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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

MATÉRIA DA PROVA DE QUÍMICA - 4ºBIMESTRE

1- CONSIDERANDO AS REAÇÕES ABAIXO E CLASSIFICANDO-AS:

Na+ Cl² ==> NaCl = Adição

NaCl + AgNo³ =====> NaNo³ + AgCl = Decomposição

CaO+ P2O5 ====> Ca³ (PO4)2 = Simples troca.

Na adição, como o próprio nome já diz, iremos adicionar 2 elementos formando um único. Na decomposição faremos o contrario, vamos separar os elementos até suas origens...
Na simples troca, faremos um troca de elementos, como podemos ver no exemplo acima, o "O" oxigênio que estava junto do "Ca" cálcio, foi junto com o outro que estava jundo com o "P" fósforo.

Quando formos utiliza-los teremos que observar como eles ficaram, podemos ver isso apôs as cetas.

ALGUNS SAIS MINERAIS USADOS EM NOSSO DIA A DIA:

 Cloreto de sódio: como tempero;
Bicarbonato de sódio: anti-acido estomacal;
Fluoreto de sódio: prevenção de caries dentais;
carbonato de cálcio; confecção de pisos
sulfato de cálcio: fabricação de giz.

Os sais são substâncias formadas a partir da reação entre um acido de uma base que é conhecida como reação de neutralização. Os sais, quando dissolvidos em água, liberam íons que se movem livremente, sendo assim, condutores de eletricidade.

Os óxidos são substâncias formadas por 2 elementos, sendo um deles o oxigênio.

ÁCIDOS 

Os ácidos são substâncias que tem sabor azedo, e são corrosivos, quando dissolvidos em água, formam um íon(H+) que permite a passagem da corrente elétrica. São usados para a limpeza, bateria de automóveis e fabricação de explosivos.

Os ácidos podem ser classificados como hidrácidos e oxiácidos;

hidrácidos: não possuem oxigênio.
oxiácidos: possuem oxigênio.

BASES 

São substâncias que, dissolvidas em água, se separam formando íons OH- (hidroxila). conduzem bem a eletricidade e tem gosto adstringente.
A reação entre um ácido e uma base chama-se neutralização e é utilizada na produção de sal e água.

PH

O ph é uma escala que vai de 0 a 14 e baseia-se na quantidade de íons hidrogênio contidos em uma solução.
As soluções ácida tem PH menor que 7, as básicas de 7 a 14.
Indicadores ácidos-base são substâncias que modificam a coloração original quando entram em contato com soluções ácidas ou básicas.  

terça-feira, 21 de outubro de 2014

FÍSICA - CINEMÁTICA

    CINEMÁTICA 

É a parte da mecânica que estuda os movimentos sem se preocupar com suas causas.


  • Ponto material: quando não se leva em conta o tamanho do objeto.
  • Corpo extenso: quando se leva em conta o tamanho do objeto.
  • Referencial: é o local onde esse objeto vai ser observado,  um corpo pode estar em repouso ou em movimento dependendo do referencial 
  • Trajetória: conjunto de posições ocupadas pelo corpo durante o seu movimento.
obs: Trajetória Retilínia em linhas retas, Trajetória Parabólica em curvas.

       Velocidade média é a razão do deslocamento {\Delta S} pelo intervalo de tempo {\Delta t}. A velocidade média pode ser considerada escalar se for considerado apenas o módulo do deslocamento. Em uma corrida de fórmula 1, por exemplo, se levarmos em conta somente o vetor posição, ao final de cada volta o piloto não terá desenvolvido velocidade, pois não houve deslocamento, uma vez que o vetor \vec{r} final é o mesmo que \vec{r_0}. Entretanto, considerando o módulo do espaço percorrido pelo piloto, teremos uma velocidade escalar média diferente de 0, portanto, muito mais útil para as análises necessárias. No movimento unidimensional, trabalhar tanto com um quanto com outro nos leva aos mesmos resultados. Pode-se definir a velocidade média como:
{\vec{v_{m}} = \frac{\Delta{\vec{S}}}{\Delta{t}} = \frac{ \vec{S} - \vec{S_{0}}}{t - t_{0}}}     

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

MATÉRIA DA PROVA DE QUÍMICA - 3ºBMESTRE

DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA 

A estabilidade dos átomos só é alcançada quando ocorrem ligações químicas entre eles.

Camadas Eletrônicas ou Níveis de Energia
coroa ou eletrosfera está dividida em 7 camadas designadas por K, L, M, N, O, P, Q ou pelos números: n = 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.


O número de camada é chamado número quântico principal (n).
Número máximo de elétrons em cada nível de energia:


O elemento de número atômico 112 apresenta o seguinte número de elétrons nas camadas energéticas:
KLMNOPQ
28183232182

Camada de valência é a camada mais externa do átomo e pode contar no máximo 8 elétrons

EX: NA¹¹ 

K=2 L=8 M=1

para fazer, é basicamente pegar o numero atômico do elemento e dividi ló nas camadas de cada valor. 

Porém, haverão momentos em que teremos que fazer substituições para podermos mantes a camada de valência com 8 elétrons.
EX:

MG¹² 

K=2 L=8 M=2 dessa forma ele ganhará 2 elétrons, quando ele ganha mais elétrons ele é conhecido como ânion.

Mas também...

AI¹³ 

K=2 L=8 M=3 sendo assim, ele perderá 3 elétrons, passando a ser conhecido como cátion. 

sábado, 30 de agosto de 2014

PROVA MENSAL DE FÍSICA - 3ºBIMESTRE

FÍSICA

CORRENTE ELÉTRICA: É o movimento ordenado de partículas eletrizadas;

I=Q    Q= I.ΔT
   ΔT
I= intensidade da corrente elétrica (A)
Q= quantidade de carga elétrica (C)
ΔT= intervalo de tempo (S)
obs: aparelho utilizado para medir a corrente elétrica chama-se amperímetro.

Elétrons livres são elétrons fracamente ligados ao núcleo do átomo e se movimentam livremente.
Os fios metálicos se aquecem devido ás colisões entre os elétrons livres e as partículas que formam o fio.
 
CONDUTORES ELÉTRICOS: são materiais que permitem a movimentação das partículas eletrizadas. ex: ouro, alumínio, corpo humano.

ISOLANTES ELÉTRICOS: são materiais que não permitem a movimentação das partículas eletrizadas. ex: cerâmica, madeira, vidro, borracha.

TENSÃO ELÉTRICA: É a diferença de potencial (DDP) entre dois pontos.

U=R.I      I=U        R=U
                  R              I

U= tensão elétrica (V)
R= resistência elétrica(Ω)
I= corrente elétrica(A)

EX:
Qual é a tensão fornecida por uma ligação de resistência elétrica de 110Ω em uma corrente de 1,5A ?

U=R.I 
U=110.1,5
U=165V

POTÊNCIA ELÉTRICA

P=U.I   I=P   U=P
               U        I

P= potência elétrica (w) watts ou kw
1kw = 1000w

ex: calcule a potência elétrica de um ferro de passar roupas que nele percorre uma corrente de 3,5A e uma tensão de 127V.
P=?  I=3,5 U=127V    
P=127.3,5                    
P=444,5W  ou 0,4445 kw

RESISTOR: É todo elemento de um circuito cuja única função é efetuar a conversão de energia elétrica em aparelhos como aquecedores, secadores de cabelo, chuveiro, etc.
obs: o resistor serve para transformar energia elétrica em energia térmica.

VOLTÍMETRO: Mede o valor da tensão elétrica

sexta-feira, 20 de junho de 2014

MATÉRIA DE QUÍMICA E FISÍCA - PROVA BIMESTRAL

LEI DOS GASES

1-Lei geral dos gases.

P1.V1 =  P2.V2   T1           T2

P1= pressão estado 1
V1= volume no estado 1
T1= temperatura no estado 1

ex: Na temperatura de 250K e sob Pressão de 1,5atm, uma massa de gás perfeito ocupa o volume de 15l. Calcule a temperatura do gás quando, sob pressão de 2,0 atm, ocupa o volume de 20l.
P1.V1= P2.V2
   T1         T2

1,5.15 = 2,0.20l
  250          T2
   (faz a multiplicação em cruz)
22,5 = 40  =  22,5.T2 = 10.000
250      T2

T2 = 10.000 = 444,44K
           22,5

2-Lei de Boylc mariotte

P1.V1 = P2.V2
EX: Um gás ocupa um volume de 0,75ml à pressão de 4,5 atm, sendo que a temperatura permanece constante ? utilize a lei do Boyl Mariotte.
P1.V1=P2.V2
1,5.0,75=4,5.V2

1,125=4,5.V2

V2=1125 = 0,28L
         4,5

3- Lei de gay-lussac
V1 = V2
T1     T2
EX: Um gás mantido à pressão constante ocupa um volume de 45l à temperatura de 450 à temperatura de 450K. qual será o seu volume quando a temperatura for 300k ?

45 =  V2
450    300

450V2 = 13500
V2= 13500
          450
V2=30L

4- Lei de charles
P1 = P2
T1    P2
EX: Num recipiente de volume constante é colocado um gás à temperatura de 350K e pressão de 1,5 atm. Qual é a pressão a temperatura de 1500K ?
1,5 = P2
350   1500

350P2 = 2250
P2 = 2250
          350
P2=6,428...

QUÍMICA

²³NA
¹¹
NA= elemento da tabela periódica referente a sódio.
PROTONS=11
ELÉTRONS=11
Nº DE MASSA=23
Z=P=É
N=A-Z

EX=      NA¹¹
           ²³
Z=23
P=23
É=23
N=12
A=11

ISÓTOPOS: tem o mesmo número de prótons.
ISÓTONOS: tem o mesmo número de nêutrons.
ISÓBAROS: tem o mesmo número de atômico.

CICLO DO CARBONO 

O carbono em seu ciclo, pode seguir 3 caminhos, e em 2 tipos;

O CARBONO DAS PLANTAS pode seguir 3 caminhos:

  • a respiração dos vegetais (lembre-se: vegetais também respiram);
  • a nutrição dos animais através da cadeia alimentar;
  • retornar ao ambiente pelo processo de decomposição, que produz o CO2.
O CARBONO DOS ANIMAIS, também pode seguir 3 caminhos:
  • pela respiração, é devolvida para o ambiente na forma de CO2;
  • via nutrição, passa para outro animal;
  • pela morte e decomposição dos animais, volta a ser CO2.
CICLO DO NITROGÊNIO 

ciclo do nitrogênio ou ciclo do azoto é o ciclo biogeoquímico que comporta as diversas transformações que este elemento sofre no seu ciclo entre o reino mineral e os seres vivos. 


O processo pelo qual o nitrogênio ou azoto circula através das plantas e do solo pela ação de organismos vivos é conhecido como ciclo do nitrogênio ou ciclo do azoto. O ciclo do nitrogênio é um dos ciclos mais importantes nos ecossistemas terrestres. O nitrogênio é usado pelos seres vivos para a produção de moléculas complexas necessárias ao seu desenvolvimento tais como aminoácidosproteínas e ácidos nucleicos.
O principal repositório de nitrogênio é a atmosfera (78% desta é composta por nitrogênio) onde se encontra sob a forma de gás (N2). Outros repositórios consistem em matéria orgânica, nos solos e oceanos.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

LEI DE GAY-LUSSAC e LEI DE CHARLES

AQUI ESTA A FORMULA DE UMA DAS LEIS DOS GASES


V¹/T¹ = V²/T²
V¹= volume 1
T¹= temperatura 1
V²= volume 2
T²= temperatura 2

EX: um gás mantido à pressão constante, ocupa um volume de 45L à temperatura é de 450K. Qual será o seu volume quando a temperatura for 300K ?

V¹/T¹ = V²/T²

45/450 = V²/300
450V²=13500
V²= 13500/450
V²=30 L

R: o volume será de 30L.

LEI DE CHARLES 

Não é muito diferente da anterior, o fato é que vamos trocar o volume por pressão, deste modo...


P¹/T¹ = P²/T²

P¹= pressão 1
T¹= temperatura 1
P²= pressão 2
T²= temperatura 2

EX: Num recipiente de volume constante é colocado um gás à temperatura de 350K e pressão 1,5 ATM. Qual é a pressão à temperatura 1500K ??

1,5/350 = P²/1500
350P²= 2250
P²= 2250/350
P²=6,42.....

R: a pressão será de 6,42 ATM.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

HPV - SINTOMAS, CURA, TRANSMISSÃO E TRATAMENTO

O papilomavírus humano é o causador de uma doença sexualmente transmissível chamada HPV. Ela é de difícil cura e se manifesta através de sintomas como verrugas que surgem na região íntima após o contato íntimo com um indivíduo infectado. Seu tratamento é feito com o uso de medicamentos e cirurgias de cauterização e dura em média 2 anos, embora os sintomas desapareçam um pouco antes.
O HPV é também conhecido por: condiloma acuminado, verrugas genitais, crista de galo, figueira e cavalo de crista.

Cura do HPV

Para alcançar a cura do HPV recomenda-se realizar o tratamento medicamentoso de forma correta e utilizar preservativo em todas as relações para evitar a recontaminação com o vírus. Durante o tratamento clínico pode-se investir nos tratamentos caseiros, fortalecendo o sistema imune com o consumo de alimentos ricos em vitamina C como abacaxi, acerola e morangos.

Transmissão do HPV

A transmissão do HPV se dá através do contato íntimo desprotegido com o indivíduo infectado com o vírus. O tempo de incubação do vírus varia de 1 mês a 2 anos e durante este período apesar de não haver sintomas, o indivíduo já pode contaminar outros.

Sintomas do HPV

Os sintomas do HPV são:
  • Várias pequenas verrugas na região íntima masculina ou feminina.
  • Estas verrugas podem ainda estar presentes na região do colo do útero (não são facilmente visíveis) e não estar presente na região íntima externa feminina.
Os sintomas podem estar ausentes, apesar da presença do vírus. Isto ocorre principalmente nos homens.

Diagnóstico do HPV

O diagnóstico do HPV pode ser feito pelo exame clínico-visual e confirmado pelo exame papanicolau ou biópsia das verrugas.

Tratamento para HPV

O tratamento para HPV pode ser feito com:
  • Uso de pomadas e de soluções aplicadas pelo médico em consultório e
  • Cirurgias de cauterização realizadas de tempos em tempos
O ácido tricloroacético (ATA) a 70 e a 90% e a Podofilina a 15%, em solução alcoólica, devem ser aplicados pelo médico 1 vez por semana e a pomada como a Podofilotoxina a 0.15% deve ser aplicada 2 vezes ao dia. O tratamento contra o HPV é demorado e pode ser dispendioso, mas é a única forma de vencer a doença e diminuir o risco de câncer em homens e em mulheres.





sexta-feira, 30 de maio de 2014

ZERO ABSOLUTO - FÍSICA

Numa escala progressiva, o zero absoluto é a menor temperatura possível. Teoricamente, seria a temperatura na qual a entropia atingiria seu valor mínimo que, segundo a interpretação clássica, a energia cinética e térmica mutuamente equivalem a zero. As leis da termodinâmica afirmam que o zero absoluto não pode ser alcançado utilizando-se apenas métodos termodinâmicos. Um sistema no zero absoluto ainda possui a menor quantidade de energia possível segundo a mecânica quântica - a energia cinética de seu estado menos energético não pode ser removida.[carece de fontes]
Sendo assim, o zero absoluto Kelvin ficou localizado a -273,15°C da escala Celsius que tem como referencial o ponto de congelamento da água . Isto equivale a -459,67°F na escala Fahrenheit e 0 R a na escala Rankine. Cientistas já atingiram temperaturas muito próximas do zero absoluto, onde a matéria exibe efeitos quânticos como, por exemplo, a supercondutividade e a superfluidez.

Escalas de temperatura absolutas

EscalaZero absolutoPonto de fusão da águaPonto de ebulição da água
Kelvin0 K273,15 K373,15 K
Rankine0 Ra491,67 Ra671,67 Ra
Celsius-273,15ºC0ºC100ºC
Fahrenheit-459,67ºF32ºF212ºF
Réaumur-218,52ºRé0ºRé80ºRé

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CIÊNCIAS - MEDIDA DE TRABALHO E POTÊNCIA

 TRABALHO

Trabalho é a multiplicação entre força e deslocamento de um objeto, ou seja, para que aja trabalho, tem que haver força e deslocamento, que para descobrir o valor do trabalho, multiplicamos ambos valores que devem ser dados no anunciado do exercício ou da situação em que vá usá-los.
O trabalho é representado pela letra T em cálculos, mais conhecido como Jau lis, junto dele, iremos ver como descobrir o valos do deslocamento (M) e da força (N).

T=F.D                        T= trabalho (J)
D= T/F                       D= deslocamento (M)
F=T/D                        F= força (N)          
.EX:
CALCULE O TRABALHO REALIZADO POR UMA FORÇA DE 35N, QUE DESLOCOU UM OBJETO NUMA DISTÂNCIA DE 7M, NA MESMA DIREÇÃO.
T=F.D
T=35.7
T=245J

POTÊNCIA 

A potência é uma medida física que é utilizada para calcular a potência utilizada por uma maquina, automóvel, etc. Para conseguirmos o calor da potência fazemos o valor do Trabalho dividido pelo intervalo de tempo.

P=T/deltaT 
P= potência(w)
T= trabalho(J)
deltaT= intervalo de tempo (s, m, h)

EX:
UMA MÁQUINA ELEVA UM PESO DE 400N A UMA ALTURA DE 3M EM 5S, QUAL A POTÊNCIA DA MAQUINA ?

T=F.D       T=400.3      T=1.200J
P=T/deltaT = 1200/2 = 240w


quarta-feira, 9 de abril de 2014

MATÉRIA PRINCIPAL DA 1º PROVA BIMESTRAL DE FÍSICA

1) CONVERSÕES

a) 79 km em m: 79.000m
b) 0.9 km em m: 900m
c) 7600m em km: 7,6km
d) 1000m em km> 1km
e) 2,8t em kg 2800kg
f) 7800kg em t: 7,8T
g) 3h em segundos: 10800s
h) 14000s em h: 4h20min.

2) Um caminhão com massa de 4.630 kg está parado diante de um sinal luminoso. Quando o sinal fica verde, o caminhão parte em movimento acelerado e sua aceleração tem módulo igual a 3,0m/s². Qual o valor da força aplicada pelo motor ?
F=M.A   F=4630.3,0    F=13890       R: O valor da força foi de 13.890

3) Um reservatório contém água até uma altura de 15m. Determine a pressão hidrostática no fundo do reservatório. Dados: g = 10 m/s²; densidade da água = 1000 kg/m³
H=15m                                   P=1000.10.15
P= ?                                       P=150.000 PA
G=10m/s²
D=1000 kg/m³

4) O nível de água contida numa caixa d'água está 2,5 m acima de uma torneira.. Qual é a pressão hidrostática sobre a torneira ? Dados: g: 10m/s²; densidade da água = 1000 kg/m³
H=2,5m                                  P=1000.10.2,5
P=?                                        P=25000PA
G=10m/s²
D= 1000 kg/m³

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CIÊNCIAS - Segunda lei de Newton (e matéria da primeira prova bimestral do 9º ano)

segunda lei de Newton, também chamada de princípio fundamental da dinâmica, afirma que a força resultante em uma partícula é igual à taxa temporal de variação do seu momento linear \scriptstyle \vec p em um sistema de referência inercial:
Esta lei, conforme acima apresentada, tem validade geral, contudo para sistemas onde a massa é uma constante, a massa pode ser retirada da razão (derivada), o que resulta na conhecida expressão muito difundida no ensino médio 11 12 13 :
\vec {F} = m\,\frac{\mathrm{d}\vec {v}}{\mathrm{d}t} = m\vec {a},
ou, de forma direta,
\vec {F} = m\vec {a}.
Nesta expressão, \scriptstyle \vec F é a força resultante aplicada, m é a massa (constante) do corpo e \scriptstyle \vec a é a aceleração do corpo. A força resultante aplicada a um corpo produz uma aceleração a ela diretamente proporcional.
Embora em extensão igualmente válido, neste contexto faz-se fácil perceber que, sendo a massa, o comprimento e o tempo definidos como grandezas fundamentais, a força é uma grandeza derivada. Em termos de unidades padrões, newton (N), quilograma (kg) metro (m) e segundo (s), tem-se:
 1N=1kg \frac {m}{s^2} .
Em casos de sistemas à velocidades constantes e massa variável, a exemplo um fluxo constante de calcário caindo sobre uma esteira transportadora em uma indústrias de cimento, a velocidade pode ser retirada da derivada e a força horizontal sobre a esteira pode ser determinada como:
\vec {F} = \vec {v} \,\frac{\mathrm{d}m}{\mathrm{d}t} = \vec v \dot m .
onde \scriptstyle \vec v  é a velocidade constante da esteira e \scriptstyle \dot m  é a taxa temporal de depósito de massa sobre esta (em Física usualmente se usa o ponto como abreviação de taxa (derivada) temporal: \scriptstyle \dot m = \frac {dm}{dt})
Em casos mistos onde há variação tanto da massa como da velocidade - a exemplo do lançamento do ônibus espacial - ambos os termos fazem-se necessários, e esses são separáveis apenas mediante mecanismos matemáticos adequados (regra do produto).
A segunda lei de Newton em sua forma primeira, \scriptstyle \vec {F} = \frac{\mathrm {d}\vec {p}}{\mathrm {d}t}, ainda é válida mesmo se os efeitos da relatividade especial forem considerados, contudo no âmbito da relatividade a definição de momento de uma partícula sofre modificação, sendo a definição de momento como o produto da massa de repouso pela velocidade válida apenas no âmbito da física clássica.


segunda-feira, 24 de março de 2014

FÍSICA - TERCEIRA LEI DE NEWTON

A LEI DA AÇÃO E REAÇÃO 

Esta terceira lei enunciada por Newton é conhecida como lei de ação e reação. considere o exemplo proposto por Newton: um cavalo que arrasta um bloco pesado por meio de uma corda (figura abaixo). A corda exerce a mesma força sobre o bloco e sobre o cavalo, mas em sentidos opostos.
Cavalo a arrastar um bloco de 350 kg.
É conveniente analisar por separado as forças que atuam no bloco e no cavalo, como mostra a figura ao lado.
Se a velocidade com que o cavalo arrasta o bloco for constante, a segunda lei de Newton implicará que a soma das forças que atuam sobre o bloco e sobre o cavalo será nula.
O peso do bloco, \scriptstyle\vec{P}_\mathrm{b}, atua no centro de gravidade do bloco.
A corda puxa o bloco na direção em que está esticada, com uma força \scriptstyle\vec{T}, como se mostra no lado esquerdo da figura acima. 
A resultante do peso e da força da corda é um vetor que aponta para baixo e para a direita.
Uma vez que a resultante das forças no bloco é nula (aceleração nula), o chão deverá exercer uma força \scriptstyle\vec{F}_\mathrm{b}para cima e para a esquerda, força essa devida ao contato entre as superfícies do bloco e do chão.
Forças sobre o bloco e sobre o cavalo.
A corda puxa o cavalo para trás, com a força \scriptstyle-\vec{T} oposta à força que atua no bloco.
Nas duas ferraduras do cavalo que estão em contato com o chão haverá duas forças de contato, \scriptstyle\vec{F}_1 e \scriptstyle\vec{F}_2, que apontam para cima e para a frente.
A resultante dessas duas forças, mais o peso do cavalo e a tensão na corda, deverá ser nula.
As forças exercidas pelo chão são as 3 forças \scriptstyle\vec{F}_\mathrm{b}, \vec{F}_1 e \scriptstyle\vec{F}_2.
Essas três forças de contato com o chão contrariam a tendência a cair do bloco e do cavalo, travam o movimento do bloco e a empurram o cavalo para a frente.
A corda está a travar o movimento do cavalo e ao mesmo tempo está a puxar o bloco para a frente, com a mesma força com que está a travar o cavalo.
Sobre o chão atuam em total 5 forças de reação, representadas na figura ao lado. As reações aos pesos do bloco e do cavalo, \scriptstyle-\vec{P}_\mathrm{b} e \scriptstyle-\vec{P}_\mathrm{c}, são as forças de atração gravítica do bloco e do cavalo sobre a Terra. 
Essas forças atuam no centro de gravidade da Terra, mas foram representadas perto do chão na figura. As outras três forças são as forças exercidas sobre o chão pelo bloco e pelo cavalo.
Se a velocidade do cavalo for constante, a soma dessas 5 forças será nula.
Forças exercidas sobre o chão.
Se o cavalo estivesse a acelerar, a soma das forças sobre o cavalo e o bloco seria uma força que apontaria para a direita.
A soma das 5 forças que atuam sobre o chão seria a reação dessa força; nomeadamente, sobre a Terra atuaria uma força igual e oposta, para a esquerda, que fazia com que se deslocasse para a esquerda.
No entanto, como a massa da Terra é muitas ordens de grandeza superior à massa do cavalo e do bloco, a aceleração da Terra para a esquerda seria imperceptível em comparação com a aceleração para a direita do cavalo e do bloco.
Como salienta Newton, o resultado dessas forças sobre o cavalo mais o bloco e sobre o chão não seria o de produzir velocidades iguais e de sentidos contrários, mas sim quantidades de movimento iguais e de sentido contrário.

sexta-feira, 7 de março de 2014

FÍSICA - Calculando pesos, velocidade e força.

LEIS DO MOVIMENTO DE NEWTON

1º  lei de newton:  principio da inércia.

Na ausência de força, um corpo em repouso continua em repouso, e um corpo em movimento continua em movimento uniforme (MRU).

2º lei princípio fundamental da dinâmica.
              ->      ->                                 F
               F=M.A                            A=M ou A= F/M                     M=F/A


         F= é a força resultante (N)

        M = massa (kg)
                                      2
        A= aceleração (m/s )

        P= peso

        G=gravidade

Desse modo podemos fazer:

1- Um corpo com massa de 0,8 kg foi empurrado por uma força que lhe comunicou uma aceleração de 2,4 m/s, qual a intensidade da força ?

F=M.A
F=0,8.2,4
F=1,92N

A força foi de 1,92 N(newtons).

Para descobrir o numero da força multiplicamos o numero da massa com o da aceleração.

2- calcule a intensidade da força com que a Terra atrai um corpo de 25kg de massa quando ele está em sua superfície ?

     (DADOS: G=10 M/S)

F=?                                 P=M.G
M=25kg                          P=25.10
G= 10m/s                        P=250 N

ops: Quando se tratar da gravidade da terra, sempre será 10m/s

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS

Em Química, separações de misturas são utilizadas para isolar substâncias (ou outras misturas) em um sistema qualquer nos dois ou mais componentes originais. É realizada para as mais diversas finalidades, da química analítica à engenharia química ou de petróleo. Dentre os métodos, alguns, por mais que pareçam ter pouca utilidade, são essenciais em processos de mineração ou análises farmacêuticas.
Os métodos para que isso se concretize são: filtração, destilação, decantação, cromatografia, derratização, entre outros. Cada método de separação é utilizado para certo tipo de sistema, que pode ser dividida basicamente entre homogêneo e heterogêneo.
Os métodos de separação (análise imediata), podendo ser de modo mecânico ou por processos físicos, são técnicas que se utilizam de conhecimentos de propriedades (como solubilidade, interação magnética) e constantes físicas (como P.F., P.E., densidade) para separar os componentes de um sistema.

Há alguns modos simples e bem conhecidos como a peneiração que você usa uma especie de coador para separar os pedaços grandes dos pequenos, a catação que é basicamente você pegar grãos e ir separando com as mãos, essas separações são divididas em:

HETEROGÊNEA:  Sistemas heterogêneos são aqueles na qual os componentes diluídos em água apresentam duas ou mais fases, eles derivativos de outras formas ou fases Ex: água e areia em excesso.

HOMOGÊNEA: Sistemas heterogêneos são aqueles na qual os componentes diluídos em água apresentam duas ou mais fases, eles derivativos de outras formas ou fases Ex: água e areia em excesso.

Fases

Há dois sentidos para Fases, em que:
1º - O primeiro tipo de fase é aquela onde nós não podemos distinguir os componentes que nela estão presentes, como por exemplo a mistura da água e do sal, que é uma mistura homogênea.
Agora temos o segundo sentido de fase.
2º - São os componentes que podemos distinguir em uma mistura.
Ex: água + óleo + areia = uma substância trifásica ,na qual todas são perceptíveis.
Já em uma mistura de sal e açúcar, temos dois componentes (açúcar e sal), e, como não dá para distinguir um componente do outro, forma apenas uma fase ("pó" branco resultante).
Outro exemplo é se misturarmos sal, açúcar e serragem, seria uma substância com 3 componentes, porém, não conseguimos distinguir o sal do açúcar, mas conseguimos distingui-los da serragem. Então é uma substância bifásica.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

OS ÁTOMOS

OS ÁTOMOS 

Apresentam cargas elétricas negativas (é), cargas positivas, os prótons(p) e as cargas nulas os nêutrons(n).
A eletrosfera de uma átomo apresenta 7 camadas (K,L,M,N,O,P,Q)
nº de massa (A): é a soma de prótons + nêutrons.

A= P+N

Nº de nêutrons: é a massa menos o nº atômico

N= A-Z

Nº atômico (Z): é o número de massa menos o n° de nêutrons

Z= A-N                                                            a=56
Z=P=É                                              Z= 26Fe
                                                   n=30
para descobrir o número de nêutrons, deve fazer a subtração da arena menos prótons e elétrons, pois elétrons e prótons sempre serão o mesmo número.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

CIÊNCIAS - SISTEMA REPRODUTOR

O APARELHO REPRODUTOR FEMININO 

aparelho reprodutor feminino ou sistema reprodutor feminino é o sistema de órgãos da mulher envolvidos na reprodução. É constituído por dos ovários, duas tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero, uma vagina, uma vulva. Ele está localizado no interior da cavidade pélvica. A pelve (ou pélvis) constitui um marco ósseo forte que realiza uma função protetora.

Estruturas

A vagina


A vagina é um canal de 6 a 10 cm de comprimento, de paredes elásticas, que liga o colo do útero aos genitais externos. Contém de cada lado de sua abertura, porém internamente, duas glândulas denominadas glândulas de Bartholin, que secretam um muco lubrificante. A entrada da vagina é protegida por uma membrana circular - o hímen - que fecha parcialmente o orifício vulvo-vaginal e é quase sempre perfurado no centro, podendo ter formas diversas. Geralmente, essa membrana se rompe nas primeiras relações sexuais. A vagina é o local onde o pênis deposita os espermatozóides na relação sexual. Além de possibilitar a penetração do pênis, possibilita a expulsão da menstruação e, na hora do parto, a saída do bebê.
A vagina é revestida por uma membrana mucosa, cujas células liberam glicogênio. Bactérias presentes na mucosa vaginal (Lactobacilos)fermentam o glicogênio, produzindo ácido lático que confere ao meio vaginal um pH ácido, que impede a proliferação da maioria dos micro-organismos patogênicos. Durante a excitação sexual, a parede da vagina se dilata e se recobre de substâncias lubrificantes produzidas pelas glândulas de Bartolin facilitando a penetração do pênis. Durante a fase proliferativa do ciclo menstrual, o muco é fluido e depois da ovulação ele se torna viscoso, formando um tampão que se converte numa barreira protetora. As características de fluidez ou viscosidade do muco cervical dependem respectivamente da ação hormonal do estrogênio e da progesterona.
Corte frontal do aparelho reprodutor feminino.

Vulva

A genitália externa ou vulva é delimitada e protegida por duas pregas cutâneo-mucosas intensamente irrigadas e inervadas - os grandes lábios. Na mulher em idade pós-puberdade, os grandes lábios são cobertos por pêlos pubianos. Mais internamente, outra prega cutâneo-mucosa envolve a abertura da vagina - os pequenos lábios - que protegem a abertura da uretra e da vagina. Na vulva também está o clitóris,

As tubas uterinas

Os ovários

São dois, um de cada lado do útero. Os ovários são as gônadas femininas. Produzem estrógeno ,progesterona . Têm forma oval e também produzem os ovócitos.

Desenvolvimento no feto e menstruação

No final do desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células - os ovócitos primários - encontram-se dentro de estruturas denominadas folículos de Graaf ou folículos ovarianos. A partir da adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o hormônio estrógeno.
Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa o desenvolvimento e a maturação, rompendo-se e liberando o ovócito secundário (gameta feminino): este fenômeno é conhecido como ovulação. Após seu rompimento, a massa celular resultante transforma-se em corpo lúteo ou amarelo, que passa a secretar os hormônios progesterona e estrógeno.
Com o tempo, o corpo lúteo regride e converte-se em corpo albicans ou corpo branco, uma pequena cicatriz fibrosa que irá permanecer no ovário. O gâmeta feminino liberado na superfície de um dos ovários é recolhido por finas terminações das tubas uterinas - as fímbrias

APARELHO REPRODUTOR MASCULINO 

Sistema genital masculino é formado por diversos órgãos, os testículos, os epidêmios, os ducto deferentes, as glândulas seminais,a próstata, oducto ejaculatório e o pênis.


Parte externa[editar]

Aparelho reprodutor masculino e órgãos próximos: 1-Bexiga; 2-Osso púbico; 3-Pénis; 4-Corpo cavernoso; 5-Glande; 6-Prepúcio; 7-Abertura uretral; 8-Cólon sigmóide; 9-Recto; 10-Vesícula seminal; 11-Conduto ejaculador; 12-Próstata; 13-Glândula de Cowper (glândula bulbouretral); 14-Ânus; 15-Vaso deferente; 16-Epidídimo; 17-Testículo; 18-Escroto.
  • pênis é o órgão muscular encarregado de depositar os espermatozóides no interior da vagina. Compreende grande parte da uretra. Seu interior é composto por três cilindros de tecido esponjoso, os vasos cavernosos, formados por vasos sangüíneos que, durante o ato sexual, estimulados pelo sistema nervoso autônomo, recebem uma quantidade maior de sangue, dilatando-se e provocando a ereção do órgão. Esta ereção é fundamental para que o pênis venha a ser introduzido na vagina da mulher e em seguida venha a depositar seus gametas no interior da fêmea, fenômeno conhecido por ejaculação;
  • meato uretral é o orifício no qual a uretra encontra o exterior do organismo. Situa-se na glande, parte mais volumosa do pênis, popularmente conhecida como "cabeça" do pênis. Esta estrutura contém uma grande quantidade de terminações nervosas, podendo com um simples toque em sua superfície estimular a ereção;
  • A glande é coberta pelo prepúcio, uma camada de pele que a protege. Quando há ereção, o prepúcio fica recolhido e a glande fica exposta. Quando isso não ocorre, há o que chamamos de fimose, uma anomalia que impossibilita a exposição da glande com o pênis ereto. Felizmente, pode ser facilmente corrigida com uma cirurgia simples de circuncisão;
  • Saco ou bolsa escrotal: camada de pele que envolve e protege os testículos.

Parte interna[editar]

  • Testículos: duas glândulas ovóides envolvidas pela bolsa escrotal. Durante o desenvolvimento embrionário, ficam alojados na cavidade abdominal, e antes do nascimento ja devem ter migrado para o saco escrotal. Quando isto não ocorre, os testículos continuam alojados na cavidade abdominal, constituindo acriptorquidia;
  • No interior dos testículos existem numerosos túbulos seminíferos. As paredes destes enovelados contêm células dispostas em camadas, sendo as mais internas chamadas de células germinativas primordiais. Estas participam do processo de espermatogênese que formará novos espermatozóides. É importante lembrar que, por estarem situados no saco escrotal, os testículos estão sujeitos a uma temperatura cerca de 2 a 3º C mais baixa do que o resto do corpo. Esta baixa temperatura é fundamental para que os espermatozóides sejam formados;
  • Ainda entre estes tubos, existem as células de Leydig ou células intersticiais, estruturas que produzem o hormônio masculino testosterona, de natureza virilizante. Dizemos que os testículos são glândulas mistas, pois produzem ao mesmo tempo espermatozóides (secreção externa) e testosterona (secreção interna);
  • Os túbulos seminíferos existentes dentro dos testículos convergem todos para uma estrutura chamada de epidídimo, que tem como função armazenar os espermatozóides até que estes sejam liberados no ato sexual. Por ter dois testículos, o homem tem também dois epidídimos;
  • Cada epidídimo é ligado a um conduto fino e longo denominado canal deferente. Por ele os espermatozóides passam e são lançados às glândulas anexas, lá recebendo suas secreções para serem expulsos do organismo pela uretra;
  • As primeiras glândulas a agir sobre os espermatozóides são as vesículas seminais. Elas liberam um líquido nutritivo, o fluido seminal, que é rico em áçúcares principalmente frutose. Tem propriedade alcalina neutralizando a acidez da uretra e do canal vaginal, evitando que mate os espermatozóides.
  • A próxima glândula é chamada próstata. Sua secreção, viscosa e alcalina, incorpora a composição do sêmen, conferindo mobilidade aos espermatozóides no meio exterior, além de combater o pH ácido da vagina, prejudicial a eles;
  • As glândulas bulbouretrais ou glândulas de Cowper localizam-se sob a próstata, desembocando na uretra. Durante a estimulação sexual, liberam uma secreção lubrificante que facilita a relação sexual, além de limpar a uretra dos resíduos de urina.
  • Por fim, o sêmen é formado e expulso pela uretra no clímax do ato sexual, por contrações (peristaltismo) rítmicas da parede dos dutos do aparelho produtor secretal.