As migrações de natureza econômica decorrem principalmente das disparidades econômicas entre países. A migração da globalização é a "evasão de cérebro", pois é a transferência da mão de obra altamente qualificada para os países ricos.
As imigrações podem trazer aspectos positivos e negativos, sendo eles:
POSITIVOS
A implantação de novas culturas no pais, aumenta a produção econômica do pais além de aumentar o
consumo da população trazendo mais lucro ao pais.
NEGATIVOS
Acaba com empregos da população atual, mais residências serão tomadas por pessoas que não nasceram no pais.
As consequências das migrações de natureza econômica é a xenofobia, agressão e opressão contra os imigrantes, perda de investimentos em educação e de cultura.
Quando refugiados se abrigam em países ricos, eles tem algumas restrições porque podem estar enfrentando problemas de seu pais de origem, como perseguições por grupos não governamentais, vivendo assim em condições de miséria.
A violência urbana tem aumentado no passar destes anos, o aumento da criminalidade mundial como assaltos, sequestros, homicídios, uso de drogas, chacinas tem crescido em proporções assustadoras.
O processo de exclusão social é a disseminação da violência social e politica de indivíduos, grupos e etnias, que adquire contornos de tal dimensão que ocupam um tema de debate mundial.
Com a desintegração do socialismo e o final da guerra fria provocaram conflitos, que são a luta por território a fragmentação da sociedade e a luta pela individualização.
Caxemira fica encravada entre índia, Paquistão e a China, tornou-se palco de batalhas religiosas entre indianos e paquistaneses.
O pais Basco embora seja dos espanhóis, tem uma cultura diferente, sobre tudo a língua, vem lutando por sua emancipação desde o fim do século XIX.
A guerra civil afegã teve inicio em 1992, por conta do grupo de guerrilha, o Talibã que derrubou o governo socialista e implantando o fundamentalismo islâmico, apoiando e defendendo o terrorismo internacional.
É correto dizer que a profunda modificação da economia mundial promove modificações nas estruturas antigas tanto por conta das mudanças do espaço, da cultura e da sociedade.
O conflito gerado no oriente médio e mobilizou milhares de palestinos foi a guerra entre entre Israelenses e Palestinos tanto por questões territoriais tanto por questões religiosas.
A xenofobia e o racismo contra os imigrantes é causada por conta dos empregos, moradias,
e isso causa o racismo e uma forma de opressão racista contra eles.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
MATÉRIA DA PROVA BIMESTRAL DE GEOGRAFIA - 3ºBIMESTRE
OS TIPOS DE POLUIÇÃO
POLUIÇÃO SONORA: a poluição sonora é aquela causada pelo excesso de ruídos como aqueles causados pelos carros, máquinas e etc. , bastante comuns nos grandes centros urbanos e aos quais o homem, de certa forma, acabou se acostumando (o que na signifique que não seja prejudicial). Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o limite máximo tolerável para a saúde humana é de 65dB. O efeito sobre a saúde humana dependerá, contudo, do nível de ruído e do tempo de exposição. Por exemplo uma pessoa que trabalhe 8 horas por dia, todos os dias, com ruídos do nível de 85dB, após dois anos, apresentará, com certeza, problemas auditivos causados pela poluição sonora. Uma forma de amenizar a poluição sonora é a utilização de equipamentos de segurança (fones de ouvido por exemplo) e a aplicação de tecnologias menos ruidosas ou que abafem o som.
POLUIÇÃO VISUAL:outra grande fonte de poluição, principalmente nos meios urbanos é a poluição visual. As imagens de outdoors, cartazes, e diversos outros meios de comunicação servem para transmitir informações, entretanto, o uso excessivo destes recursos pode ser considerado poluição. O tema “poluição visual” é algo ainda bastante novo e, talvez por isso, ainda muito controverso.
POLUIÇÃO ATMOSFERICA: a poluição atmosférica é aquele que afeta as condições do ar que respiramos. Suas principais fontes são as indústrias e os automóveis que lançam diversos tipos de gases na atmosfera como o dióxido de carbono, óxidos de enxofre e materiais particulados. Estes gases podem causar diversos danos à saúde humana como doenças respiratórias e alergias que são especialmente graves para crianças e idosos.
POLUIÇÃO HÍDRICA: a poluição dos corpos hídricos (rios, lagos, etc.) é talvez a mais comum de todas as poluições. Durante toda a sua historia o homem sempre procurou locais próximos a cursos d’água para se estabelecer e acabou comprometendo a qualidade das águas ao lançar esgotos de indústrias, residências, e toda sorte de empreendimentos. Atualmente existem leis que proíbem este tipo de destinação para os esgotos, mas ainda são muitos os locais onde isso acontece devido, dentre outras coisas, à fiscalização deficiente.
POLUIÇÃO DO SOLO: todo resíduo que é despejado no solo sem cuidado algum (o que não é o caso de aterros sanitários, por exemplo) caracteriza um tipo de poluição. Os conhecidos “lixões”, locais para onde eram levados os resíduos produzidos em uma cidade, e que hoje em dia são ilegais, constituem uma fonte de poluição do solo assim como os agrotóxicos e defensivos agrícolas que, se usados indiscriminadamente podem provocar a contaminação do solo e, na ocorrência de chuva, dos corpos hídricos.
POLUIÇÃO NUCLEAR: é causada pela destinação incorreta ou vazamento de resíduos radioativos proveniente de diversas fontes que utilizam a energia nuclear, como, por exemplo, as usinas nucleares ou aparelhos de raios-x, e se caracteriza pelo alto grau de periculosidade devido a capacidade de causar alterações nas estruturas das células provocando, assim, alterações no organismo como um todo.
Na prática, o lixo nuclear polui menos do que o lixo comum produzido pelas indústrias e residências porque o primeiro possui um rigoroso controle de destinação e gerenciamento enquanto que o segundo encontra-se em qualquer lugar e, embora legalmente devesse, não é bem gerenciado.
POLUIÇÃO SONORA: a poluição sonora é aquela causada pelo excesso de ruídos como aqueles causados pelos carros, máquinas e etc. , bastante comuns nos grandes centros urbanos e aos quais o homem, de certa forma, acabou se acostumando (o que na signifique que não seja prejudicial). Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o limite máximo tolerável para a saúde humana é de 65dB. O efeito sobre a saúde humana dependerá, contudo, do nível de ruído e do tempo de exposição. Por exemplo uma pessoa que trabalhe 8 horas por dia, todos os dias, com ruídos do nível de 85dB, após dois anos, apresentará, com certeza, problemas auditivos causados pela poluição sonora. Uma forma de amenizar a poluição sonora é a utilização de equipamentos de segurança (fones de ouvido por exemplo) e a aplicação de tecnologias menos ruidosas ou que abafem o som.
POLUIÇÃO VISUAL:outra grande fonte de poluição, principalmente nos meios urbanos é a poluição visual. As imagens de outdoors, cartazes, e diversos outros meios de comunicação servem para transmitir informações, entretanto, o uso excessivo destes recursos pode ser considerado poluição. O tema “poluição visual” é algo ainda bastante novo e, talvez por isso, ainda muito controverso.
POLUIÇÃO ATMOSFERICA: a poluição atmosférica é aquele que afeta as condições do ar que respiramos. Suas principais fontes são as indústrias e os automóveis que lançam diversos tipos de gases na atmosfera como o dióxido de carbono, óxidos de enxofre e materiais particulados. Estes gases podem causar diversos danos à saúde humana como doenças respiratórias e alergias que são especialmente graves para crianças e idosos.
POLUIÇÃO HÍDRICA: a poluição dos corpos hídricos (rios, lagos, etc.) é talvez a mais comum de todas as poluições. Durante toda a sua historia o homem sempre procurou locais próximos a cursos d’água para se estabelecer e acabou comprometendo a qualidade das águas ao lançar esgotos de indústrias, residências, e toda sorte de empreendimentos. Atualmente existem leis que proíbem este tipo de destinação para os esgotos, mas ainda são muitos os locais onde isso acontece devido, dentre outras coisas, à fiscalização deficiente.
POLUIÇÃO DO SOLO: todo resíduo que é despejado no solo sem cuidado algum (o que não é o caso de aterros sanitários, por exemplo) caracteriza um tipo de poluição. Os conhecidos “lixões”, locais para onde eram levados os resíduos produzidos em uma cidade, e que hoje em dia são ilegais, constituem uma fonte de poluição do solo assim como os agrotóxicos e defensivos agrícolas que, se usados indiscriminadamente podem provocar a contaminação do solo e, na ocorrência de chuva, dos corpos hídricos.
POLUIÇÃO NUCLEAR: é causada pela destinação incorreta ou vazamento de resíduos radioativos proveniente de diversas fontes que utilizam a energia nuclear, como, por exemplo, as usinas nucleares ou aparelhos de raios-x, e se caracteriza pelo alto grau de periculosidade devido a capacidade de causar alterações nas estruturas das células provocando, assim, alterações no organismo como um todo.
Na prática, o lixo nuclear polui menos do que o lixo comum produzido pelas indústrias e residências porque o primeiro possui um rigoroso controle de destinação e gerenciamento enquanto que o segundo encontra-se em qualquer lugar e, embora legalmente devesse, não é bem gerenciado.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
PROVA MENSAL DE GEOGRAFIA - 3ºBIMESTRE
Nos últimos anos, o desenvolvimento de alguns países tem causado enormes problemas ambientais no mundo... tais quais poluição hídrica e natural alem da perda da biodiversidade.
Esses problemas não são somente ambientais, como também sociais, nas cidade, com seu grande desenvolvimento irá ocorrer a ocupação irregular dos espaços, a violência, o desemprego alem de excesso de migrações legais e ilegais na cidade.
algumas de suas causas são:
- Desbaste comercial
Realizado através de maquinaria pesada que para além de destruir a flora provoca a compactação do solo.
- Agricultura intensiva
A agricultura nos terrenos desflorestados não é compensadora, pois ao fim de 6/7 anos os solos encontram-se inférteis; dá-se o desgaste do solo; e leva à destruição do habitat natural dos animais.
- Exploração de minas, de pedreiras e de petróleo
Para além de destruírem a zona onde estão implantadas contaminam os solos e a água com produtos tóxicos.
- Construção de barragens, túneis e estradas
Vai encorajar a exploração de madeira e muitas vezes leva à deslocação de populações.
- Economia / política dos países
Para as nações tropicais a madeira é uma importante fonte de capital estrangeiro. São os países desenvolvidos que em parte obrigam ao abate das florestas uma vez que são eles que mais precisam de matéria-prima.
e suas consequências:
- Redução da biodiversidade. A biodiversidade é responsável pela variedade de genes existentes no mundo; estes são necessários para produção de medicamentos, alimentos e outros produtos (recursos biológicos).
- Desaparecimento de culturas. Ao entrarem em contacto com outros povos perdem hábitos importantes que os têm acompanhado desde sempre.
- Infertilidade do solo. Com a desflorestação os solos ficam desprotegidos do vento e das chuvas (erosão do solo) o que provoca o arrastamento de minerais para outros locais.
- Diminuição de oxigénio -> aumento de dióxido de carbono. Na fotossíntese as árvores consomem CO2 e produzem O2; logo se as cortarmos estaremos a aumentar os níveis de dióxido de carbono (vai contribuir para o efeito de estufa) e a diminuir o oxigénio de que tanto necessitamos para viver.
O aumento de CO2 é também provocado pela queima dos combustíveis fósseis. Os incêndios são muitas vezes usados como meio de desflorestação, o que aumenta ainda mais os níveis de dióxido de carbono.
Esses problemas não são somente ambientais, como também sociais, nas cidade, com seu grande desenvolvimento irá ocorrer a ocupação irregular dos espaços, a violência, o desemprego alem de excesso de migrações legais e ilegais na cidade.
algumas de suas causas são:
- Desbaste comercial
Realizado através de maquinaria pesada que para além de destruir a flora provoca a compactação do solo.
- Agricultura intensiva
A agricultura nos terrenos desflorestados não é compensadora, pois ao fim de 6/7 anos os solos encontram-se inférteis; dá-se o desgaste do solo; e leva à destruição do habitat natural dos animais.
- Exploração de minas, de pedreiras e de petróleo
Para além de destruírem a zona onde estão implantadas contaminam os solos e a água com produtos tóxicos.
- Construção de barragens, túneis e estradas
Vai encorajar a exploração de madeira e muitas vezes leva à deslocação de populações.
- Economia / política dos países
Para as nações tropicais a madeira é uma importante fonte de capital estrangeiro. São os países desenvolvidos que em parte obrigam ao abate das florestas uma vez que são eles que mais precisam de matéria-prima.
e suas consequências:
- Redução da biodiversidade. A biodiversidade é responsável pela variedade de genes existentes no mundo; estes são necessários para produção de medicamentos, alimentos e outros produtos (recursos biológicos).
- Desaparecimento de culturas. Ao entrarem em contacto com outros povos perdem hábitos importantes que os têm acompanhado desde sempre.
- Infertilidade do solo. Com a desflorestação os solos ficam desprotegidos do vento e das chuvas (erosão do solo) o que provoca o arrastamento de minerais para outros locais.
- Diminuição de oxigénio -> aumento de dióxido de carbono. Na fotossíntese as árvores consomem CO2 e produzem O2; logo se as cortarmos estaremos a aumentar os níveis de dióxido de carbono (vai contribuir para o efeito de estufa) e a diminuir o oxigénio de que tanto necessitamos para viver.
O aumento de CO2 é também provocado pela queima dos combustíveis fósseis. Os incêndios são muitas vezes usados como meio de desflorestação, o que aumenta ainda mais os níveis de dióxido de carbono.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
AGRICULTURA EXTENSIVA E INTENSIVA - GEOGRAFIA
A agricultura e a produção pecuária podem se enquadrar em dois modelos distintos denominados de intensivos e extensivos, esses podem variar conforme o nível de tecnologia empregado.
Nessa classificação não há preocupação em relação ao tamanho da propriedade ou da área em cultivo ou de criação, no caso da pecuária o importante é a análise acerca do grau de investimento na produção e de tecnologia empregado no cultivo ou na criação, assim como o índice de produtividade.
Todas as propriedades rurais desenvolvem suas atividades vinculadas ao uso de tecnologias (biotecnologia, insumos, fertilizantes, máquinas, implementos, técnicas entre outros), diante disso há uma grande aplicação de técnicas no preparo do solo, cultivo e colheita que resulta em altos índices de produtividade e atingem essas em pequenas áreas cultivadas, além de alcançar um tempo maior de exploração do solo, essas características estão ligadas à agricultura intensiva.
As propriedades cuja agricultura é realizada de forma tradicional desenvolvem a agricultura extensiva, as pequenas propriedades de subsistência, nas quais a mão-de-obra geralmente é familiar, não utilizam tecnologias, não há preparação do solo como a correção, as sementes utilizadas não são selecionadas, não são empregadas técnicas modernas de cultivo, geralmente utilizam o arado de tração de bois ou cavalos, com baixo ou nenhum nível tecnológico, isso ocasiona uma baixa produtividade, dessa forma não conseguem competir no mercado.
Na produção pecuária a produtividade é medida a partir do número de animais por hectare, quanto maior a quantidade de animais em uma restrita área maior é o consumo de ração, pasto cultivado e assessoria de um médico veterinário. Nessa prática são alcançados elevados índices de produtividade, pois existe uma preocupação com a genética do animal, seja de corte ou leite, utilizando medicamentos para saúde animal que reflete diretamente na produção. A pecuária que pratica esses padrões produtivos é conhecida de intensiva.
Na pecuária extensiva os níveis de produtividade são baixos, uma vez que os animais têm sua dieta limitada ao consumo de pastos nativos, vivem soltos sem maiores cuidados, não recebem vacinas, essa prática deriva baixa produção de carne e leite em grandes áreas.
Em lugares onde é desenvolvida a agropecuária extensiva e intensiva, para alcançar uma produtividade razoavelmente satisfatória, é preciso que as condições naturais favoreçam, como chuva, temperatura entre outros, dessa forma qualquer variação climática brusca ocasiona perdas totais ou parciais da produção.
Na agropecuária intensiva tais fatores não exercem tanta influência, pois são utilizados sistema de irrigação, estufas que controlam temperaturas, na pecuária o gado é confinado, além de muitos outros recursos que amenizam os impactos climáticos, destacando que até mesmo nessa prática os elementos naturais são indispensáveis.
agricultura extensiva
agricultura intensiva
Nessa classificação não há preocupação em relação ao tamanho da propriedade ou da área em cultivo ou de criação, no caso da pecuária o importante é a análise acerca do grau de investimento na produção e de tecnologia empregado no cultivo ou na criação, assim como o índice de produtividade.
Todas as propriedades rurais desenvolvem suas atividades vinculadas ao uso de tecnologias (biotecnologia, insumos, fertilizantes, máquinas, implementos, técnicas entre outros), diante disso há uma grande aplicação de técnicas no preparo do solo, cultivo e colheita que resulta em altos índices de produtividade e atingem essas em pequenas áreas cultivadas, além de alcançar um tempo maior de exploração do solo, essas características estão ligadas à agricultura intensiva.
As propriedades cuja agricultura é realizada de forma tradicional desenvolvem a agricultura extensiva, as pequenas propriedades de subsistência, nas quais a mão-de-obra geralmente é familiar, não utilizam tecnologias, não há preparação do solo como a correção, as sementes utilizadas não são selecionadas, não são empregadas técnicas modernas de cultivo, geralmente utilizam o arado de tração de bois ou cavalos, com baixo ou nenhum nível tecnológico, isso ocasiona uma baixa produtividade, dessa forma não conseguem competir no mercado.
Na produção pecuária a produtividade é medida a partir do número de animais por hectare, quanto maior a quantidade de animais em uma restrita área maior é o consumo de ração, pasto cultivado e assessoria de um médico veterinário. Nessa prática são alcançados elevados índices de produtividade, pois existe uma preocupação com a genética do animal, seja de corte ou leite, utilizando medicamentos para saúde animal que reflete diretamente na produção. A pecuária que pratica esses padrões produtivos é conhecida de intensiva.
Na pecuária extensiva os níveis de produtividade são baixos, uma vez que os animais têm sua dieta limitada ao consumo de pastos nativos, vivem soltos sem maiores cuidados, não recebem vacinas, essa prática deriva baixa produção de carne e leite em grandes áreas.
Em lugares onde é desenvolvida a agropecuária extensiva e intensiva, para alcançar uma produtividade razoavelmente satisfatória, é preciso que as condições naturais favoreçam, como chuva, temperatura entre outros, dessa forma qualquer variação climática brusca ocasiona perdas totais ou parciais da produção.
Na agropecuária intensiva tais fatores não exercem tanta influência, pois são utilizados sistema de irrigação, estufas que controlam temperaturas, na pecuária o gado é confinado, além de muitos outros recursos que amenizam os impactos climáticos, destacando que até mesmo nessa prática os elementos naturais são indispensáveis.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
MATÉRIA DA PROVA BIMESTRAL DE GEOGRAFIA - 2ºBIMESTRE
OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO
O oriente médio tem sido centro de grandes confrontos armados em questões religiosas, alguns países que até então estavam em confronto era o Irã, Iraque e Israel, por conta da diversidade de religiões que ocupa o pais, sendo 42,9% árabe, 56,5% judeus entre cristão e palestinos também.
O Iraque é uma das figuras polemicas no cenário internacional e sempre participante dos conflitos do oriente médio, Saddam Hussein foi o Presidente-ditador do Iraque, e pretendia a liderança do povo árabe.
Hussein violou essas violou áreas paralelas de execução aérea que causou conflitos e a intervenção americana. porém, foi em 2003, com o combate antiterrorismo imposto por George Bush após o episódio da destruição das torres gémeas (11/9/2001) e a acusação de que Saddan estaria desenvolvendo armas de destruição em massa, que os EUA e o reino unido, à revelia da ONU, invadem o Iraque e derrubam o regime.
ÁSIA DE MONÇÕES
O oriente médio tem sido centro de grandes confrontos armados em questões religiosas, alguns países que até então estavam em confronto era o Irã, Iraque e Israel, por conta da diversidade de religiões que ocupa o pais, sendo 42,9% árabe, 56,5% judeus entre cristão e palestinos também.
O Iraque é uma das figuras polemicas no cenário internacional e sempre participante dos conflitos do oriente médio, Saddam Hussein foi o Presidente-ditador do Iraque, e pretendia a liderança do povo árabe.
Hussein violou essas violou áreas paralelas de execução aérea que causou conflitos e a intervenção americana. porém, foi em 2003, com o combate antiterrorismo imposto por George Bush após o episódio da destruição das torres gémeas (11/9/2001) e a acusação de que Saddan estaria desenvolvendo armas de destruição em massa, que os EUA e o reino unido, à revelia da ONU, invadem o Iraque e derrubam o regime.
ÁSIA DE MONÇÕES
A Ásia de Monções é uma região banhada por dois oceanos: o Índico e o Pacífico. No Oceano Índico, destaca- se o Mar da Arábia ou Mar de Omã, entre a Península Arábica e a Península do Decã, além do Golfo de Bengala, entre a Península do Decã e a Indochina. No Oceano Pacífico, ternos o Golfo do Sião e o Mar da China Meridional.
A Ásia das Monções é formada tanto por países de economia capitalista, como a Índia, Bangladesh, Indonésia etc., quanto por países que já viveram a experiência socialista, como certos países da Indochina.
A Ásia das Monções ocupa o Sul e Sudeste Asiático, englobando a Península do Decã, Península da Indochina (incluindo a Península de Málaca), além de uma série de ilhas.
Relevo
O Sul e Sudeste Asiático apresentam três unidades morfológicas distintas.
Ao norte estendem-se grandes montanhas que isolam a Índia e o Paquistão do Irã, da Ásia Central e da Birmânia ou Mianmar. O Himalaia é a principal formação, onde são encontrados os picos mais elevados do globo, como o Everest (8.848 metros de altitude), além de outros 60 picos mais altos do mundo.
Na Península do Decã, temos o planalto de mesmo nome, formado de terrenos cristalinos e muito ricos em reservas minerais. Na Península da Indochina, o maior destaque é para o Planalto Cristalino do Laos.
As planícies aparecem junto aos rios, principalmente no Baixo Mecong, sendo a maior a Indo-Gangética, formada por sedimentos transportados das montanhas do Norte.
TIGRES ASIÁTICOS
Na década de 1970, quatro países da Ásia (Cingapura, Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan) apresentaram um acelerado processo de industrialização. Em razão da agressividade administrativa e da localização dos países, eles ficaram conhecidos mundialmente como Tigres asiáticos.
O modelo industrial desses países é caracterizado como IOE (Industrialização Orientada para a Exportação), ou seja, as indústrias transnacionais que se estabeleceram nesses países e as empresas locais implantaram um parque industrial destinado principalmente ao mercado exterior.
O modelo industrial desses países é caracterizado como IOE (Industrialização Orientada para a Exportação), ou seja, as indústrias transnacionais que se estabeleceram nesses países e as empresas locais implantaram um parque industrial destinado principalmente ao mercado exterior.
Cingapura, Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan utilizaram métodos diferentes para o desenvolvimento econômico, no entanto, essas nações apresentaram aspectos comuns, como forte apoio do governo, proporcionando infraestrutura necessária (transporte, comunicações e energia), financiamento das instalações industriais e altos investimentos em educação e em qualificação profissional.
Além disso, esses países (exceto Coreia do Sul) adotaram uma política de incentivos para atrair as indústrias transnacionais. Foram criadas Zonas de Processamento de Exportações (ZPE), com doações de terrenos e isenção de impostos pelo Estado.
Diferentemente dos outros Tigres Asiáticos, a Coreia do Sul demonstrou resistência a instalações de empresas transnacionais em seu território. O desenvolvimento industrial do país baseou-se nos chaebols, que se caracteriza por redes de empresas com fortes laços familiares. Quatro grandes chaebols controlam a economia coreana e têm forte atuação no mercado internacional: Hyunday, Daewoo, Samsung e Lucky Gold Star.
Somente na década de 1980 começaram a entrar transnacionais na Coreia do Sul, entretanto estas são associadas a empresas coreanas.
Os Novos Tigres Asiáticos
Em consequência do grande desenvolvimento econômico dos Tigres Asiáticos, houve uma expansão para os países vizinhos do sudeste, o que proporcionou um processo de industrialização na Indonésia, Vietnã, Malásia, Tailândia e Filipinas. Além dos investimentos dos quatro Tigres originais, os novos Tigres passaram a fazer parte das redes de negócios de empresas dos Estados Unidos, do Japão e de outros países desenvolvidos.
Nesses novos Tigres foram instaladas indústrias tradicionais, como têxteis, calçados, alimentos, brinquedos e produtos eletrônicos. Nesses países há mão de obra menos qualificada que a encontrada nos quatro Tigres originais, porém, muito mais barata. Milhares de pequenas empresas produzem mercadorias sob encomenda, criadas e planejadas em outros países do mundo.
Além disso, esses países (exceto Coreia do Sul) adotaram uma política de incentivos para atrair as indústrias transnacionais. Foram criadas Zonas de Processamento de Exportações (ZPE), com doações de terrenos e isenção de impostos pelo Estado.
Diferentemente dos outros Tigres Asiáticos, a Coreia do Sul demonstrou resistência a instalações de empresas transnacionais em seu território. O desenvolvimento industrial do país baseou-se nos chaebols, que se caracteriza por redes de empresas com fortes laços familiares. Quatro grandes chaebols controlam a economia coreana e têm forte atuação no mercado internacional: Hyunday, Daewoo, Samsung e Lucky Gold Star.
Somente na década de 1980 começaram a entrar transnacionais na Coreia do Sul, entretanto estas são associadas a empresas coreanas.
Os Novos Tigres Asiáticos
Em consequência do grande desenvolvimento econômico dos Tigres Asiáticos, houve uma expansão para os países vizinhos do sudeste, o que proporcionou um processo de industrialização na Indonésia, Vietnã, Malásia, Tailândia e Filipinas. Além dos investimentos dos quatro Tigres originais, os novos Tigres passaram a fazer parte das redes de negócios de empresas dos Estados Unidos, do Japão e de outros países desenvolvidos.
Nesses novos Tigres foram instaladas indústrias tradicionais, como têxteis, calçados, alimentos, brinquedos e produtos eletrônicos. Nesses países há mão de obra menos qualificada que a encontrada nos quatro Tigres originais, porém, muito mais barata. Milhares de pequenas empresas produzem mercadorias sob encomenda, criadas e planejadas em outros países do mundo.
terça-feira, 27 de maio de 2014
ENERGIA NUCLEAR - PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS
A ENERGIA NUCLEAR
Como todos sabemos, a energia nuclear é uma das alternativas energéticas mais debatidas no mundo: comenta-se, entre outros tópicos, se valerá a pena implementar centrais de produção nuclear ou se devemos apostar noutro tipo de energias que sejam renováveis, pois como sabemos a energia nuclear não é renovável, uma vez que a sua matéria-prima são elementos químicos, como o urânio, extraídos de minerais (no caso do urânio, um dos minerais utilizados é a autunite).
VANTAGENS:
- - não contribui para o efeito de estufa (principal);
- - não polui o ar com gases de enxofre, nitrogénio, particulados, etc.;
- - não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação;
- - não depende da sazonalidade climática (nem das chuvas, nem dos ventos);
- - pouco ou quase nenhum impacto sobre a biosfera;
- - grande disponibilidade de combustível;
- - é a fonte mais concentrada de geração de energia
- - a quantidade de resíduos radioactivos gerados é extremamente pequena e compacta;
- - a tecnologia do processo é bastante conhecida;
- - o risco de transporte do combustível é significativamente menor quando comparado ao gás e ao óleo das termoelétricas;
- - não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias;
- - necessidade de armazenar o resíduo nuclear em locais isolados e protegidos*;
- - necessidade de isolar a central após o seu encerramento;
- - é mais cara quando comparada às demais fontes de energia;
- - os resíduos produzidos emitem radiactividade durante muitos anos;
- - dificuldades no armazenamento dos resíduos, principalmente em questões de localização e segurança;
- - pode interferir com ecossistemas;
- - grande risco de acidente na central nuclear.* esta desvantagem provavelmente durará pelo menos uns 30 anos, a partir de quando já se esperam desenvolvidas tecnologias para reciclagem e reaproveitamento dos resíduos radioativos
OUTRAS OBSERVAÇÕES:
– ao contrário do que muita gente pensa, a energia nuclear não é uma energia suja;
– os impactos ambientais causados pela deposição do resíduo radioativo não são muito maiores que os impactes do lago de uma hidroelétrica.
terça-feira, 6 de maio de 2014
GEOGRAFIA - A GEOGRAFIA AFRICANA
GEOGRAFIA
A África está separada da Europa pelo mar Mediterrâneo e liga-se à Ásia na sua extremidade nordeste pelo istmo de Suez. No entanto, a África ocupa uma única placa tectônica, ao contrário da Europa que partilha com a Ásia a placa Euro-asiática.
Do seu ponto mais a norte, Ras ben Sakka, em Marrocos, à latitude 37°21' N, até ao ponto mais a sul, o cabo das Agulhas na África do Sul, à latitude 34°51'15 S, há uma distância de aproximadamente 8 000 km. Do ponto mais ocidental de África, o Cabo Verde, no Senegal, à longitude 17°33'22W, até Ras Hafun na Somália, à longitude 51°27'52 E, são cerca de 7 400 km.
Para além do mar Mediterrâneo, a norte, a África é banhada pelo oceano Atlântico na sua costa ocidental e pelo oceano Índico do lado oriental. O comprimento da linha de costa é de 26 000 km.
A área territorial da África é de pouco mais de 30 milhões de quilômetros quadrados, já que é o terceiro continente mais extenso do mundo. A África é atravessada por três grandes paralelos terrestres de leste para oeste: Linha do Equador, Trópico de Câncer e Trópico de Capricórnio, além do Meridiano de Greenwich, no sentido norte-sul. A África tem cinco diferentes fusos horários.
RELEVO
O relevo da África é, em sua maioria, formada por planaltos. É apresentada pelo continente umaaltitude média de mais de 750 metros. As formas de relevo que ocupam todas as regiões centro eoeste são planaltos que se erodiram com intensidade. As rochas mais antigas constituem os planaltos. E os planaltos, propriamente ditos, tem como limites os grandes escarpamentos.
São contornadas pelos planaltos as depressões cujos rios atravessam, nas quais também são encontrados lagos e bacias hidrográficasde maior extensão, das quais podemos citar os rios Nilo, Congo, Chade, Níger, Zambeze, Limpopo, Cubango e Orange. Ao longo do litoral, estão situadas as planícies costeiras, por vezes com muita vastidão, como as planícies do Níger e do Congo.
No leste da África são encontradas um de seus aspectos físicos que mais se destacam: uma falha geológica que se estende no sentido norte-sul, o Grande Vale do Rift, em que são sucedidas montanhas, algumas que no passado geológico eram meros vulcões e depressões de maior extensão. É nessa região que estão localizados os maiores lagos do continente, cujas altas montanhas circundam-os, de mencionar o Kilimanjaro (5 895 m), o monte Quênia (5 199 m) e o Ruwenzori (5 109 m).
a Cadeia do Atlas, pela qual é ocupada a região setentrional (Marrocos, Argélia e Tunísia). Sua formação é muito recente e são apresentadas pela Cordilheira do Atlas as montanhas cujos picos chegam a atingir 4 000 m de altitude;Podem ser destacados ainda dois grandes conjuntos formados pela elevação de terras, um na parte setentrional e outro na parte meridional do continente:
- a Cadeia do Cabo, na África do Sul tem passado geológico muito antigo e seu ponto mais alto são os montes Drakensberg, com altitude superior a 3400 m de altitude.
Dando por completo uma visão do relevo da África, é possível a observação do fato de existir antigos maciços montanhosos em pontos diferenciados do continente: o da Etiópia, que se formou desde erupções de vulcão, o de Fouta Djalon e o de Hoggar, além de muitos outros.
terça-feira, 29 de abril de 2014
A INFLUÊNCIA AMERICANA NO MUNDO
A Americanização é o termo empregado para descrever a influência que os Estados Unidos exercem sobre a cultura de outros países, resultando no fenômeno da substituição de uma determinada cultura pela cultura estadunidense. Quando tal se dá contra a vontade da cultura afetada ou pelo uso da força, o termo tem uma conotação negativa; quando isto é buscado voluntariamente, possui uma conotação positiva.
Uma vez que os Estados Unidos são o maior poder econômico do mundo, sua influência pode ter um grande impacto sobre todas as nações. Por exemplo, os canais de televisão estadunidenses como a MTV e a CNN são transmitidos globalmente e recebidos por aparelhos domésticos. Em suas programações aparecem comerciais de produtos muito conhecidos comoMcDonald's, Coca-Cola, Levi's e outros. A indústria cinematográfica de Hollywood é muitas vezes considerada a mais influente do mundo, e através desta e outras formas, outras comunidades são expostas a elementos culturais, ideologias e modos de vida dos Estados Unidos. Tais elementos podem influenciar especialmente os jovens em vista de uma apresentação do modo de vida estadunidense como "excitante", tornando-os mais receptivos ao processo de americanização. Por outro lado, algumas culturas, e geralmente pessoas mais velhas, podem oferecer resistência à penetração da cultura dos Estados Unidos, temendo perder suas identidades culturais.
Uma vez que os Estados Unidos são o maior poder econômico do mundo, sua influência pode ter um grande impacto sobre todas as nações. Por exemplo, os canais de televisão estadunidenses como a MTV e a CNN são transmitidos globalmente e recebidos por aparelhos domésticos. Em suas programações aparecem comerciais de produtos muito conhecidos comoMcDonald's, Coca-Cola, Levi's e outros. A indústria cinematográfica de Hollywood é muitas vezes considerada a mais influente do mundo, e através desta e outras formas, outras comunidades são expostas a elementos culturais, ideologias e modos de vida dos Estados Unidos. Tais elementos podem influenciar especialmente os jovens em vista de uma apresentação do modo de vida estadunidense como "excitante", tornando-os mais receptivos ao processo de americanização. Por outro lado, algumas culturas, e geralmente pessoas mais velhas, podem oferecer resistência à penetração da cultura dos Estados Unidos, temendo perder suas identidades culturais.
quinta-feira, 13 de março de 2014
PROVA DE GEOGRAFIA - 1º Bimestre
GEOGRAFIA
Mundo capitalista
O mundo capitalista é dividido em 3 tipos de países, os Desenvolvidos, Emergentes e Subdesenvolvido, nessa divisão é também considerada com um conflito Norte-Sul,
o conflito norte-sul é conhecido como norte rico e sul pobre, porem, a austrália que fica na parte sul do globo é considerado rico por isso faz parte da economia
norte.
DESENVOLVIDO: Os países considerados Desenvolvidos tiveram o seu inicio como colonias de povoamento, tendo atualmente sua economia própria e tem como principal
objetivo o acumulo de capitais.
Emergentes: são países que não tem de uma economia própria são aqueles que estão no caminho de se tornarem desenvolvido porem, seus fins econômicos ainda
são consideradas baixas.
SUBDESENVOLVIDOS: são países que também são consideradas periferias dos centros urbanos, são aqueles países que não tem uma economia própria e que precisam
de um auxilio de países desenvolvidos para que as empresas destes países desenvolvidos para que eles estabeleçam filiais nestes países para que começa a gerar
emprego e um pouco de lucro para o pais.
AS PERIFERIAS
São aqueles países que não tem uma segurança e uma falta de responsabilidade talvez por um governo corrupto, a falta de satisfação da população acaba gerando as
revoltas e logo em seguida uma guerra civil.
PAÍSES DA AMERICA CENTRAL(DESENVOLVIDOS E NÃO DESENVOLVIDOS)
DESENVOLVIDOS: ESTADOS UNIDOS DA AMERICA, Canada.
EMERGENTES: Brasil, Argentina e México.
SUBDESENVOLVIDOS: El Salvados, Guatemala, Haiti.
PAÍSES DA AMERICA CENTRAL(CARACTERÍSTICAS)
Ela tem uma grande parte se seus países que a compõe como SUBDESENVOLVIDOS ou EMERGENTES, o principal motivo pode vir a ser a falta de uma economia instável
e de investimentos em formas de lucro que realmente fazem diferença não só para o pais mas sim para a população, tais fatores fazem de alguns países
só mente mais um no mundo, mais um subdesenvolvido ou emergente, porem, um deles se destaca, que é o Panamá que por ele é importante para boa parte da economia da
America e talvez para outros importadores e exportadores do mundo que enviam mercadorias para a America no norte, sul e central.
CUBA
A cuba é um dos poucos países que se mantém no socialismo, ou seja, o objetivo da economia da cuba é focar nos bens da população e não o acumulo de capitais,
desta forma a Cuba tem acumulada cerca de 6 milhões anuais, na Cuba, com tal forma de governo há ausência de conflitos trabalhistas, livre remeça de lucros
para o exterior, Imposto único sobre o lucro e possibilidade de isenção por prazo a ser negociado.
Mundo capitalista
O mundo capitalista é dividido em 3 tipos de países, os Desenvolvidos, Emergentes e Subdesenvolvido, nessa divisão é também considerada com um conflito Norte-Sul,
o conflito norte-sul é conhecido como norte rico e sul pobre, porem, a austrália que fica na parte sul do globo é considerado rico por isso faz parte da economia
norte.
DESENVOLVIDO: Os países considerados Desenvolvidos tiveram o seu inicio como colonias de povoamento, tendo atualmente sua economia própria e tem como principal
objetivo o acumulo de capitais.
Emergentes: são países que não tem de uma economia própria são aqueles que estão no caminho de se tornarem desenvolvido porem, seus fins econômicos ainda
são consideradas baixas.
SUBDESENVOLVIDOS: são países que também são consideradas periferias dos centros urbanos, são aqueles países que não tem uma economia própria e que precisam
de um auxilio de países desenvolvidos para que as empresas destes países desenvolvidos para que eles estabeleçam filiais nestes países para que começa a gerar
emprego e um pouco de lucro para o pais.
AS PERIFERIAS
São aqueles países que não tem uma segurança e uma falta de responsabilidade talvez por um governo corrupto, a falta de satisfação da população acaba gerando as
revoltas e logo em seguida uma guerra civil.
PAÍSES DA AMERICA CENTRAL(DESENVOLVIDOS E NÃO DESENVOLVIDOS)
DESENVOLVIDOS: ESTADOS UNIDOS DA AMERICA, Canada.
EMERGENTES: Brasil, Argentina e México.
SUBDESENVOLVIDOS: El Salvados, Guatemala, Haiti.
PAÍSES DA AMERICA CENTRAL(CARACTERÍSTICAS)
Ela tem uma grande parte se seus países que a compõe como SUBDESENVOLVIDOS ou EMERGENTES, o principal motivo pode vir a ser a falta de uma economia instável
e de investimentos em formas de lucro que realmente fazem diferença não só para o pais mas sim para a população, tais fatores fazem de alguns países
só mente mais um no mundo, mais um subdesenvolvido ou emergente, porem, um deles se destaca, que é o Panamá que por ele é importante para boa parte da economia da
America e talvez para outros importadores e exportadores do mundo que enviam mercadorias para a America no norte, sul e central.
CUBA
A cuba é um dos poucos países que se mantém no socialismo, ou seja, o objetivo da economia da cuba é focar nos bens da população e não o acumulo de capitais,
desta forma a Cuba tem acumulada cerca de 6 milhões anuais, na Cuba, com tal forma de governo há ausência de conflitos trabalhistas, livre remeça de lucros
para o exterior, Imposto único sobre o lucro e possibilidade de isenção por prazo a ser negociado.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
GEOGRAFIA - ECONOMIA SUL AMERICANA
A Economia da América do Sul experimentou, a partir de 1930, um notável crescimento e diversificação na maioria dos setores. Grande parte dos produtos agrícolas e pecuários é destinada ao consumo local e ao mercado interno. No entanto, a exportação de produtos agrícolas é fundamental para o equilíbrio da balança comercial da maioria dos países.
Os principais cultivos agrários são justamente os de exportação, como a soja e o trigo. A produção de alimentos básicos como as hortaliças, o milho ou o feijão é grande, mas voltada para o consumo interno. A criação de gado destinada à exportação de carne é importante na Argentina, no Paraguai, no Uruguai e na Colômbia. Nas regiões tropicais os cultivos mais importantes são o café, o cacau e as bananas, principalmente no Brasil, na Colômbia e no Equador. Por tradição, os países produtores de açúcar para a exportação são: Peru, Guiana e Suriname, sendo que no Brasil, a cana-de-açúcar também é utilizada para a fabricação de álcool combustível. Na costa do Peru, noroeste e sul do Brasil cultiva-se o algodão.
O comércio intercontinental da América do Sul se realiza prioritariamente com os Nigéria, a Croácia e o Taiwan. O petróleo e seus derivados constituíram um componente importante desse comércio internacional, mas nos últimos anos se desenvolveu a tendência ao auto-abastecimento, com o Brasil acabando com suas compras no Oriente Médio, devido à auto-suficiência. O comércio dentro do subcontinente foi promovido, a partir de 1960, por instituições regionais de integração, dentre as quais as mais importantes são a Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), o Bloco Andino, e em especial o Mercosul, formado inicialmente por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, ao qual aderiram depois o Chile, a Bolívia e a Venezuela.Cinqüenta por cento da superfície sul-americana está coberta por florestas, mas as indústrias madeireiras são pequenas e direcionadas para os mercados internos. Nos últimos anos, no entanto, empresas transnacionais vêm se instalando na Amazônia para explorar madeiras nobres destinadas à exportação. As águas costeiras do Pacífico da América do Sul, são as mais importantes para a pesca comercial. A captura de anchova chega a milhares de toneladas, e também é abundante o atum, dos quais o Peru é um grande exportador. A captura de crustáceos é notável, particularmente no nordeste do Brasil e no Chile. A industrialização e o processamento de alimentos é uma das atividades mais importantes do setor secundário. Outras indústrias se localizam nas proximidades das grandes cidades, como as refinarias de petróleo, as siderúrgicas de ferro e aço, cimento, manufaturas e fábricas de bens de consumo tais como tecidos, bebidas, carros, eletrodomésticos, equipamentos mecânicos elétricos e plásticos.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
AS PERIFERIAS DOS GRANDES "CENTROS MUNDIAIS"
AS PERIFERIAS
Periferias quando é a questão dos centros mundiais são consideradas aquele países que não tem infra-estrutura para investir em educação, renda, etc. Muitas vezes isso pode vir ocorrer por um governo corrupto, que em vez de utilizar o dinheiro arrecadado para fins da população o utiliza para seu consumo próprio, porem, existem vários tipos de periferias, tais quais: periferias das áreas centrais, sub-centros da periferia, periferia e áreas marginais.
Periferia das áreas centrais: embora são considerados ricos, esses países são sofrem influência de países ileais. Ex: Polônia e Eslovênia.
Sub-centros da periferia: É composta por países emergentes. Ex: Brasil, México, Índia, Argentina, etc.
Periferia: É composta por países subdesenvolvidos. Ex: Colômbia, Peru, Angola, Arabia saudita, etc.
Área marginal: É composta por aqueles países onde há conflitos internos e dependem de uma maios participação da economia global. Ex: Nepal, Etiópia, Sumaria, etc.
CENTROS MUNDIAIS
Essa classe é composta pelos 3 países mais ricos do mundo tais quais: Estados Unidos, Japão e Alemanha.
Esses 3 países controlam a economia mundial, a maioria das periferia ou Áreas marginais dependem da economia do mundo para manter-sem fora da linha da pobreza geral.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
3 CLASSES DE PAÍSES EXISTENTES NO MUNDO GLOBALIZADO
PAÍSES DESENVOLVIDOS
O conceito de país desenvolvido é utilizado para descrever os países que têm alto nível de desenvolvimento econômico e social, tomando como base alguns critérios. Quais critérios devem ser utilizados e quais países podem ser classificados como desenvolvidos são questões controversas e há um debate feroz sobre isso. Critérios econômicos têm vindo a dominar as discussões. Um dos critérios utilizados é a renda per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério econômico é a industrialização. Os países onde os setores terciário equaternário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Os países desenvolvidos geralmente são os que apresentam IDH elevado. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
Termos semelhantes aos de países desenvolvidos incluem países avançados, países industrializados, países mais desenvolvidos (PMD), países mais economicamente desenvolvidos (PMED), país de primeiro mundo e país pós-industrial. O termo país industrializado pode ser um pouco ambíguo, visto que a industrialização é um processo contínuo que é difícil de definir. O termo PMED é utilizado pelos geógrafos modernos para descrever especificamente o estatuto dos países referidos como economicamente mais desenvolvidos. O primeiro país industrializado foi o Reino Unido, seguido pela Bélgica, Alemanha, Estados Unidos, França e outros países da Europa Ocidental. Segundo alguns economistas, como Jeffrey Sachs, no entanto, o fosso existente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento é basicamente um fenômeno do século XX.
PAÍSES SUBDESENVOLVIDO
País subdesenvolvido, país menos avançado ou país menos desenvolvido (LDCs sigla eminglês: Least Developed Countries) são países que, de acordo com as Organização das Nações Unidas, apresentam os mais baixos indicadores de desenvolvimento socioeconômico e humano entre todos os países do mundo. Um país é classificado como um país menos desenvolvido se preencher três critérios com base em:
- Baixa renda (média trienal do PIB per capita de menos de US$ 750, que deve ultrapassar US$ 900 para sair da lista)
- Fraqueza em recursos humanos (com base em indicadores de nutrição, saúde, educação e daalfabetização de adultos)
- Vulnerabilidade econômica (com base na instabilidade da produção agrícola, a instabilidade dasexportações de bens e serviços, a importância econômica das actividades não tradicionais, exportar mercadoria concentrada, e desvantagens económicas, bem como a percentagem depopulação deslocada por desastres naturais)
Os países podem sair da classificação de LDC quando excederem esses critérios. O Escritório do Alto Representante das Nações Unidas para os Países Menos Desenvolvidos, Países em Desenvolvimento sem litoral e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento das Nações Unidas coordena e fornece suporte para serviços de advocacia aos Países Menos Desenvolvidos.
A classificação atualmente (a partir de 16 de abril de 2008) aplica-se a 49 países em todo o planeta.
Em 2007, as Nações Unidas retiraram Cabo Verde da categoria de Países Menos Desenvolvidos, sendo a segunda vez que isso aconteceu a um país. . Em 2011 as Maldivas se tornou o terceiro país a graduar-se e passar a categoria de país em desenvolvimento. O primeiro país a sair da classificação de LDC foi Botsuana, em 1994. Segundo os relatórios da UNCTAD em 2011, a Guiné Equatorial, Samoa, Tuvalu e Vanuatu são os próximos postulantes que poderão graduar-se deste modo.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
PROVA MENSAL DE GEOGRAFIA QUARTO BIMESTRE
Economia da Europa
A multiplicidade de nações adjacentes fez da Economia da Europa uma das mais complexas do planeta.
Durante séculos a Europa foi um dos piores centro economico do planeta. Entre as causas, podemos citar como a principal sua condição geográfica. A localização entre a África e a Ásia, fez da região europeia um ponto de passagem obrigatório, e facilitou de forma substancial a absorção e irradiação dos conhecimentos, tecnologia e comércio de ambos continentes. Esta condição perdurou até ao século XX. No século XX, a Europa viu seu predomínio declinar em relação aos Estados Unidos, o Japão e, na fase final, a China. APrimeira e Segunda guerra mundial, travadas em seu território, a carência de energia, de petróleo, além de uma intensa rivalidade entre seus povos, representaram para o continente a perda de sua liderança econômica.
A Europa não tem auto-suficiência na produção de energia, exigindo a importação de muito petróleo. Este produto só é extraído em quantidades consideráveis na Rússia e no Mar do Norte. O gás natural, outro produto bastante usado na geração e produção de energia é muito abundante na Rússia, Romênia, Países Baixos e no Reino Unido. Outro recurso energético que teve grande importância nas fases iniciais da revolução industrial foi o carvão mineral, muito abundante, sobretudo na Alemanha, Polônia, Rússia, Reino Unido. Todas estas fontes energéticas são extremamente poluidoras e causam grandes impactos ambientais em todo o planeta. No caso da energia limpa, ou seja, não poluidora, podem ser citadas a energia hidráulica, energia eólica, e energia solar, de baixa produção e utilização da Europa, devido às suas condições geográficas. A produção de energia nuclear na Europa é muito importante, e, a exemplo dos Estados Unidos, gera imensas quantidades de lixo atômico, cujo fim, desde o início de sua utilização, é muito nebuloso e nunca divulgado na mídia mundial.
Comércio[editar]
O comércio na Europa, ainda apresenta uma certa polarização. Na região ocidental o movimento de capital e transações comerciais ocupam lugares proeminentes nas trocas internacionais. Os principais parceiros da região são os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e os países doOriente Médio.
No caso da Europa oriental, o volume de transações comerciais é bem menor, isto ocorre devido aos traumas ainda da divisão do continente em dois blocos, ocidental e oriental, e ao resultado dos múltiplos embargos e manipulações mercadológicas ocorridas durante a guerra fria.
Importações e exportações[editar]
O Europoort, nos Países Baixos
Basicamente a Europa importa matérias-primas, minerais, produtos tropicais, borracha e madeira (material|madeira). Manufaturados de alta tecnologia procedentes dos Estados Unidos e do Japão. A exportação predominante é de manufaturados, automóveis,navios, produtos químicos, produtos ópticos e calçados. As Economias Da Europa Ocidental O comércio intra-europeu ocorre da mesma forma que em outras regiões do Planeta. Para favorecer ao comércio local foi criada uma legislação específica e acordos comerciais que se materializaram em organizações como a Associação Européia de Livre Comércio e a Comunidade Econômica Européia.
Na área centro-ocidental européia, onde o comércio é intenso, e a rede rodoviária e ferroviária terrestre mais densa do planeta. As trocas e o comércio se dão de forma muito rápida e dinâmica. Nas demais regiões embora não possuam uma rede viária tão densa, ainda é bem acima da média do resto do mundo, pois, nenhum habitante de uma região medianamente importante deixa de contar com ferrovia ou rodoviapróxima de si.
Devido ao seu perfil acidentado, do ponto de vista geográfico, o Continente Europeu possui muitas baías e portos naturais. Este particular permitiu historicamente o desenvolvimento da vocação marítima dos habitantes do litoral.
Os portos mais movimentados são: Roterdã, Antuérpia, Le Havre, Marselha, Londres, Lisboa e Gênova. Os aeroportos mais movimentados da Europa são o de Moscou, Londres, Paris e Frankfurt, todos entre os mais movimentados do mundo.
O fluxo turístico em direção à região do Mar Mediterrâneo, faz da aviação comercial da região a mais movimentada do mundo, sendo imensa a quantidade de turistas que transitam em vários dos aeroportos europeus.
O continente europeu, berço da Revolução Industrial, é formado por alguns dos países mais desenvolvidos do globo. Segundo o Development Programme Report das Nações Unidas elaborado em 2006, com dados relativos a 2004, entre os dez mais desenvolvidos países do mundo, seis eram europeus.
A agropecuária, a mineração e os transportes são os fatores que mais influenciam na economia européia.
Os grandes grupos industriais europeus e mundiais fazem investimentos elevados em pesquisa e tecnologia, criando e desenvolvendo novos produtos, modernizando e automatizando suasfábricas para alcançar um menor custo de produção e melhorar a sua competitividade global.
Os parques industriais dos países da Europa Ocidental são bastante diversificados, destacando-se os ramos de produtos eletrônicos para consumo, telecomunicações, veículos aeroespaciais,aviões, produtos farmacêuticos, construção naval, energia nuclear, siderurgia e automobilística.
Na Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial, a atividade industrial desenvolveu-se com base no planejamento estatal, destacando-se a República Checa na indústria metalúrgica e a Polônia também na metalurgia e na construção naval. Com o surgimento do novo modelo industrial baseado nas novas tecnologias, o parque industrial dos antigos países socialistas encontrava-se com grande defasagem tecnológica. A transição para a economia de mercado a partir do início dos anos 1990 promoveu uma autêntica reestruturação industrial com a abertura de mercados, os cortes de subsídio às empresas estatais, a liberalização dos preços e um surto inflacionário. Muitas dessas empresas faliram e os países sofreram queda de produção e dos níveis desempregos. Nos últimos anos, aqueles países de maior tradição industrial, como a República Checa, a Polônia e a Hungria, iniciaram uma recuperação econômica com o aumento dos investimentos estrangeiros e a instalação de várias empresas multinacionais.
Com o avanço do capitalismo na Europa Oriental, esses países estão se tornaram área de influência da União Européia, principalmente através das relações comerciais e dos investimentos que a Alemanha passou a fazer na região.
A União Européia concentra algumas das maiores áreas industriais do mundo e vem sendo considerada um dos pólos da chamada tríade, um conjunto que concentra riqueza, poder e tecnologia. Os outros dois países que formam essa tríade são os Estados Unidos e o Japão.
A energia da França também foi baseada em varios aspectos históricos e econômicos, tanto é que a França já foi uma potência, só que agora nós temos como potência os EUA .
União Europeia
A União Europeia (UE) é uma união económica e política de 28 Estados-membros independentes situados principalmente na Europa. A UE tem as suas origens na Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e na Comunidade Económica Europeia (CEE), formadas por seis países em 1958. Nos anos que se seguiram, o território da UE foi aumentando de dimensão através da adesão de novos Estados-membros, ao mesmo tempo que aumentava a sua esfera de influência através da inclusão de novas competências políticas. O Tratado de Maastricht instituiu a União Europeia com o nome atual em 1993. A última revisão significativa aos princípios constitucionais da UE, o Tratado de Lisboa, entrou em vigor em 2009.
A UE atua através de um sistema de instituições supranacionais independentes e de decisões intergovernamentais negociadas entre os Estados-membros. As mais importantes instituições da UE são a Comissão Europeia, o Conselho da União Europeia, o Conselho Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Banco Central Europeu. O Parlamento Europeu é eleito a cada cinco anos pelos cidadãos da UE.
A UE instituiu um mercado comum através de um sistema padronizado de leis aplicáveis a todos os Estados-membros. No Espaço Schengen (que inclui 22 estados-membros e 4 estados não membros da UE) foram abolidos os controlos de passaporte. As políticas da UE têm por objetivo assegurar a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais, legislar assuntos comuns na justiça e manter políticas comuns de comércio, agricultura, pesca e desenvolvimento regional. A Zona Euro, a união monetária, foi criada em 1999 e é atualmente composta por 17 Estados-membros. Através da Política Externa e de Segurança Comum, a UE exerce um papel nas relações externas e de defesa. A UE em todo o mundo missões diplomáticas permanentes, estando representada nas Nações Unidas, na Organização Mundial do Comércio (OMC), no G8 e no G-20. Em 2012, a União Europeia foi laureada com o Nobel da Paz, entregue pelo Comité Nobel norueguês "por ter contribuído ao longo de mais de seis décadas para o avanço da paz e da reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa". No anúncio do premio, o Comité referiu que «o terrível sofrimento sofrido durante a Segunda Guerra Mundial provou a necessidade de uma nova Europa. (...) Hoje, uma guerra entre a França e a Alemanha é impensável. Isto mostra que, através da boa vontade e construção de confiança mútua, inimigos históricos podem transformar-se em aliados.
Com uma população total de mais de 500 milhões de pessoas, o que representa 7,3% da população mundial, a UE gerou um produto interno bruto (PIB) de 12,2 mil milhões * de euros em 2010, o que representa cerca de 20% do PIB global, medido em termos de paridade do poder de compra.
ECONOMIA ALEMÃ NA UNIÃO EUROPEIA
Antes de 1945, a parte oriental da Alemanha era essencialmente uma região agrícola. Tinha poucos recursos naturais, à parte a lenhite(carvão de madeira) e a potassa cáustica, e não estava equipada para pôr em prática os planos do pós-guerra criados pela URSS para o desenvolvimento da indústria pesada na década de 1950 e princípios de 1960.
Foi criada em Eisenhüttenstadt (anteriormente Stalinstadt), a leste, nas margens do rio Óder, uma indústria siderúrgica - bem como em Calber, a oeste - para tornar a RDA autossuficiente em gusa e aço. No entanto, foi necessário recorrer a onerosas importações de minério de ferro, carvão e coque, transportados da Polónia ou, por comboio, da Ucrânia, a 1600 km de distância. Nas décadas de 1960 e 1970, as importações de petróleo e gás natural, por conduta forçada, das regiões do Volgae Urales aumentaram a dependência da RDA em relação à URSS.
A divisão da Alemanha privara a RDA dos grandes portos de Hamburgo (na Alemanha Ocidental - RFA) eStettin (hoje Szczecin, na Polónia). Os portos de Rostock e Stralsund tiveram de ser ampliados e melhoradas as ligações ferroviárias e rodoviárias.
Iniciou-se um novo surto de progresso econômico quando, em 1959, a URSS alterou as determinações anteriores. Nikita Krushchev, novo líder soviético depois da morte de Stalin, cancelou as políticas que obrigavam os países do Bloco Soviético à auto-suficiência. No futuro, a RDA tinha de concentrar-se em produções especializadas para os mercados comunistas: os alemães do leste tinham de utilizar as suas capacidades de produção para pagar o que importavam da URSS.
O rápido incremento na extração de lenhite de enormes minas a céu aberto contribuiu para a expansão da produção de energia elétrica. A indústria química desenvolveu-se produzindo adubos, corantes, borracha sintética e fibras de vidro. Na região de Stassfurt, desenvolveu-se uma importante indústria de potassa cáustica. As indústrias pertencentes ao Estado produziam maquinaria, ferramentas e instrumentos, artigos ópticos, elétricos e eletrônicos. As fábricas e os laboratórios de pesquisa para estes artigos estavam instalados em cidades com excelente apetrechamento desportivo e cultural, como Berlin, Leipzig, Dresden,Jena, Dessau, Eisenach e Erfurt. Perto da sua dissolução, a indústria alastrou-se aos centros da zona rural do Norte, como Schwerin.
A língua comum tornou acessíveis à RDA os trabalhos tecnológicos e científicos publicados na RFA. As manufaturas, a agricultura, os transportes e outras indústrias beneficiaram dos progressos da Alemanha Ocidental. Na década de 1970, os líderes Willy Brandt e Erich Honecker estabeleceram contatos mais estreitos entre as duas Alemanhas, em resultado dos quais os mercados da RFA e da CEE foram abertos à RDA.
Em 1984, os alemães do leste já tinham ganhado uma vantagem tecnológica sobre os outros países do Conselho para a Assistência Econômica Mútua (COMECON).
A RDA sublinhava sempre a sua natureza comunista. Toda a produção, comércio, serviços, ação social, desportos e a maioria da habitação urbana estavam nas mãos do Estado. As cidades contrastavam notoriamente com as da Alemanha Ocidental pela sua arquitectura mais repetitiva, os seus mais amplos espaços abertos, e pelos seus importantes centros culturais.
LESTE EUROPEU
O Leste Europeu. Europa Oriental ou Europa de Leste é uma região que abriga países situados na parte central ou oriental do continente europeu. Há várias interpretações para a abrangência do termo, frequentemente contraditórias e influenciadas por fatores geopolíticos e ideológicos. O número de países que o Leste Europeu compreende depende da área incluída em cada interpretação.
Ainda assim, mesmo que não tenham nenhuma homogeneidade absoluta, boa parte dos países da região apresenta várias similaridades tais como a presença forte de idiomas eslavos, e da religião cristã ortodoxa. Além disso, a maioria destes (à exceção da Grécia) adotou em algum momento de suas histórias o regime econômico socialista e o regime político de partido único, quase todos entre os anos de 1945 e 1989.
A divisão entre Europa Oriental/1 ou Europa do Leste e a Europa Ocidental ficou bem visível depois da cisão deste continente entre o bloco socialista e o capitalista, delimitada pela simbólicaCortina de Ferro. É considerada a Europa Oriental desde a fronteira germano-polonesa (germano-polaca), Hungria, Eslovênia, Croácia; até os montes Urais, divisão natural entre Europa e Ásia. Atentemos, já que existiam duas "Europas Orientais"; um termo com conotação geográfica e outro, política (do qual excluímos a Grécia), equivalendo à antiga área de influência da URSS.
ECONOMIA JAPONESA
Cerca de 80% do território japonês apresenta relevo montanhoso. As montanhas das ilhas Honshu, Shikoku e Kiushu exibem uma vasta vegetação tropical. A ilha de Hokkaido é coberta por taiga. Essas condições permitiram uma intensa utilização da madeira, inclusive para a construção de embarcações.
Até metade do século XIX, a rizicultura foi a principal atividade econômica do Japão. Isso mostra o espírito trabalhador do povo japonês, que ao longo da história precisou conquistar um meio natural inóspito particularmente para as atividades agrícolas. Apenas 16% do território japonês é formado por planícies, onde a atividade agrícola é mais fácil.
A rizicultura transformou a planície de Kanto na zona mais densamente povoada do país. Isso garantiu um mercado consumidor para a indústria que se estabeleceu na era Meiji.
A ocorrência de quatro estações do ano nitidamente marcadas é responsável pelo fornecimento do calor e da umidade que a cultura do arroz exige. Além disso, o emprego de irrigação constante favorece o seu desenvolvimento.
Infraestrutura
Em 2005, metade da energia no Japão foi produzida do petróleo, um quinto do carvão e 14% do gás natural. As usinas nucleares do Japão foram responsáveis por um quarto da eletricidade produzida e o país deve dobrá-la nas próximas décadas.
O gasto do Japão com estradas tem sido grande. Os 1,2 milhões de quilômetros de ruas pavimentadas são o principal meio de transporte. O Japão possui tráfico de mão esquerda. Uma única rede alta velocidade, dividida e com acesso limitado por pedágios conectam as maiores cidades e são operadas por concessionárias. Carros novos e usados não são caros. Os impostos sobre propriedade de veículos automotores e o preço do combustível são usados para promover a eficiência energética.
Dezenas de companhias ferroviárias japonesas competem pelos mercados de transporte local e regional de passageiros; por exemplo, seteempresas da JR, Kintetsu Corporation, Seibu Railway e Keio Corporation. Frequentemente, as estratégias dessas empresas levam em consideração o setor imobiliário e as lojas de departamentos. Alguns trens Shinkansen com velocidades de até 300 quilômetros por hora ligam as grandes cidades. Todo o sistema ferroviário é conhecido por sua pontualidade.
Existem 176 aeroportos e voar é uma maneira popular de viajar entre as cidades. O maior aeroporto doméstico, Aeroporto Internacional de Tóquio, é um dos aeroportos com mais vôos do mundo. Os maiores terminais internacionais são o Aeroporto Internacional de Narita (região de Tóquio), Aeroporto Internacional de Kansai (região de Osaka/Kobe/Kyoto) e Aeroporto Internacional de Chubu (região de Nagoya). Entre os maiores portos está o Porto de Nagoya.
Dada a sua grande dependência da energia importada, o Japão almeja uma maior diversificação de suas fontes energéticas. Desde oschoques do petróleo da década de 1970, o Japão reduziu sua dependência do petróleo como fonte de energia de mais de 75%, em 1973, para cerca de 46% nos dias de hoje.15 Outras fontes energéticas importantes são o carvão, gás natural liquefeito, energia nuclear e hidroelétricas. A demanda por petróleo também é atenuada pelas altas taxas de impostos em veículos automotores com mais de 2000 cc, bem como na própria gasolina, atualmente cerca de 54 ienes por litro no varejo. O querosene também é usado extensivamente nos aquecedores portáteis domésticos, especialmente na região norte do país. Muitas companhias de taxi rodam seus carros com gás natural. Um recente sucesso devido à grande economia de combustível foi a introdução da produção em massa dos veículos híbridos. O ex-Primeiro Ministro Shinzo Abe, buscando a recuperação da economia japonesa, assinou um tratado com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos sobre os crescentes preços do petróleo.
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