INDICAÇÃO DE CRASE
Se utiliza quando o pronome é feminino como: "Disseram tudo à garota";
quando se refere a moda de algo: "Comi um bife à cavalo";
quando a preposição: "Assistiram à peça teatral";
Essas além de outras situações, porém, nós não os utilizamos quando o pronome estiver no masculino
como: "Fomos fazer um passeio à cavalo"
quando já há artigo: "Disseram tudo a uma garota"
quando houver verbo: "Estava prestes a acontecer"
e na indicação de tempo: "A tarde todos voltaram"
Eles não aparecem na indicação de tempo, porém, na indicação de horas, como: "Cheguei á 4 horas atrás. "
Classes gramaticais
Algumas classes gramaticais:
Particípio: Passado, ações que já aconteceram.
Gerúndio: verbos que apresentam -ando -endo - indo em seu final, são gerúndios.
Advérbios: lugares, tempo, modo, etc.
Pronomes: indefinidos, interrogativos, relativos, etc.
Infinitivo: o verbo em sí, ex: falar, beber, correr... o ainda não conjugado está no infinitivo.
COLOCAÇÕES PRONOMINAIS
Próclise: está no começo do verbo... ex: "Eu te direi a verdade", "Não me espere para o jantar"
Ênclise: está no final do verbo... ex: "Sinta-se em casa", " Sente-se e espere.", "Dividam-se em grupos".
Mesóclise: está no meio do verbo... ex: "Aguardá-lo-emos com o presente.", "Dir-te-ei a verdade", " Substitui-lo-ia na campanha.
Mostrando postagens com marcador português. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador português. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
O USO DA CRASE E COLOCAÇÃO PRONOMINAL - PORTUGUÊS
CRASE
Utiliza-se
- como função de preposição A+ o artigo feminino A(s)
- função da preposição A + vogal A inicial dos pronomes demonstrativos aquele, aquela, aqueles, ect.
- fusão de preposição A + pronome demonstrativo que substitui aquela(s).
Em alguns casos especiais, na indicação do número de horas, na expressão "a moda de", mesmo que a palavra "moda" esteja oculta, nas expressões adverbiais femininas (exceto as que indicam instrumentos ou meios).
COLOCAÇÃO PRONOMINAL
Nós usamos os pronomes oblíquos átonos: me, te, se, nos, vos, o, a, (lo, la, no, na) ti, lhe, lhes em três posições diferentes numa frase em relação ao verbo.
- Antes do verbo = Próclise. ex: ele se mexeu
- Depois do verbo = ênclise. ex: ele mexeu-se
- No meio do verbo = mesóclise. ex: convida-lo-ei.
Quando usamos Próclise, ênclise e mesóclise:
Próclise:
- pronomes em geral,
- advérbios,
- outros casos que não couberem ênclise ou mesóclise.
Ênclise:
- Iniciando a frase,
- Verbos no imperativo,
Mesóclise:
Verbos no futuro do presente e futuro de pretérito.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
PROVA MENSAL DE PORTUGUÊS - 3ºBIMESTRE
Ocorre quando o verbo se flexiona para concordar com o seu sujeito.Exemplos:
Ele gostava daquele seu jeito carinhoso de ser./ Eles gostavam daquele seu jeito carinhoso de ser.
Casos de concordância verbal:
Sujeito simples
Regra geral:
O verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa.
Ex.: Nós vamos ao cinema.
O verbo (vamos) está na primeira pessoa do plural para concordar com o sujeito (nós).
Casos especiais:
O sujeito é um coletivo - o verbo fica no singular.
Ex.: A multidão gritou pelo rádio.
Atenção:
Se o coletivo vier especificado, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural.
Ex.: A multidão de fãs gritou./ A multidão de fãs gritaram.
Casos especiais:
a) Os núcleos do sujeito são constituídos de pessoas gramaticais diferentes - o verbo ficará no plural seguindo-se a ordem de prioridade: 1ª, 2ª e 3ª pessoa.
Ex.: Eu (1ª pessoa) e ele (3ª pessoa) nos tornaremos (1ª pessoa plural) amigos.
O verbo ficou na 1ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª.
Ex: Tu (2ª pessoa) e ele (3ª pessoa) vos tornareis (2ª pessoa do plural) amigos.
O verbo ficou na 2ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª.
Atenção:
No caso acima, também é comum a concordância do verbo com a terceira pessoa.
2) Verbos impessoais
São aqueles que não possuem sujeito. Portanto, ficarão sempre na 3ª pessoa do singular.
Exemplos:
Havia sérios problemas na cidade.
Fazia quinze anos que ele havia parado de estudar.
Deve haver sérios problemas na cidade.
Vai fazer quinze anos que ele parou de estudar.
Dicas:
Os verbos auxiliares (deve, vai) acompanham os verbos principais.
O verbo existir não é impessoal. Veja:
Existem sérios problemas na cidade.
Devem existir sérios problemas na cidade.
3) Verbos dar, bater e soar
Quando usados na indicação de horas, possuem sujeito (relógio, hora, horas, badaladas...), e com ele devem concordar.
Exemplos:
O relógio deu duas horas.
Deram duas horas no relógio da estação.
Deu uma hora no relógio da estação.
O sino da igreja bateu cinco badaladas.
Bateram cinco badaladas no sino da igreja.
Soaram dez badaladas no relógio da escola.
Ele gostava daquele seu jeito carinhoso de ser./ Eles gostavam daquele seu jeito carinhoso de ser.
Casos de concordância verbal:
Sujeito simples
Regra geral:
O verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa.
Ex.: Nós vamos ao cinema.
O verbo (vamos) está na primeira pessoa do plural para concordar com o sujeito (nós).
Casos especiais:
O sujeito é um coletivo - o verbo fica no singular.
Ex.: A multidão gritou pelo rádio.
Atenção:
Se o coletivo vier especificado, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural.
Ex.: A multidão de fãs gritou./ A multidão de fãs gritaram.
Casos especiais:
a) Os núcleos do sujeito são constituídos de pessoas gramaticais diferentes - o verbo ficará no plural seguindo-se a ordem de prioridade: 1ª, 2ª e 3ª pessoa.
Ex.: Eu (1ª pessoa) e ele (3ª pessoa) nos tornaremos (1ª pessoa plural) amigos.
O verbo ficou na 1ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª.
Ex: Tu (2ª pessoa) e ele (3ª pessoa) vos tornareis (2ª pessoa do plural) amigos.
O verbo ficou na 2ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª.
Atenção:
No caso acima, também é comum a concordância do verbo com a terceira pessoa.
2) Verbos impessoais
São aqueles que não possuem sujeito. Portanto, ficarão sempre na 3ª pessoa do singular.
Exemplos:
Havia sérios problemas na cidade.
Fazia quinze anos que ele havia parado de estudar.
Deve haver sérios problemas na cidade.
Vai fazer quinze anos que ele parou de estudar.
Dicas:
Os verbos auxiliares (deve, vai) acompanham os verbos principais.
O verbo existir não é impessoal. Veja:
Existem sérios problemas na cidade.
Devem existir sérios problemas na cidade.
3) Verbos dar, bater e soar
Quando usados na indicação de horas, possuem sujeito (relógio, hora, horas, badaladas...), e com ele devem concordar.
Exemplos:
O relógio deu duas horas.
Deram duas horas no relógio da estação.
Deu uma hora no relógio da estação.
O sino da igreja bateu cinco badaladas.
Bateram cinco badaladas no sino da igreja.
Soaram dez badaladas no relógio da escola.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
GÍRIAS E DIALETOS - PORTUGUÊS
GÍRIAS
(Gíria: linguagem popular própria de um grupo social)
As gírias são próprias de uma determinada época e, muitas vezes, deixam de existir quando caem em desuso. Muitas gírias são tão utilizadas por grande parte da população de um país que acabam sendo incorporadas pelo vocabulário oficial, fazendo parte dos dicionários.
De certa forma, todos os grupos sociais possuem uma certa quantidade de palavras ou expressões que usam em seu ambiente. Estas são chamadas de gírias de grupos. Possuem gírias próprias os estudantes, advogados, jogadores de futebol, médicos, policiais, vendedores entre outros.
Muitas gírias são criadas pelos jovens e adolescentes, em função da necessidade de buscar palavras e conceitos novos.
Exemplos
- Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito
- Baranga = mulher feia
- Coroa = pessoa idosa
- Corno = pessoa traída
- Magrela = bicicleta
- Abrir o jogo = contar a verdade
- Arrancar os cabelos = ficar desesperado
- Baixar a bola = ficar calmo
- Catinga = fedor
- Cabeça-dura = pessoa teimosa
- Com o pé na cova = próximo da morte
- Dar o troco = fazer vingança
- Pagar o mico = passar vergonha
DIALETO
(Gíria: linguagem popular própria de um grupo social)
As gírias são próprias de uma determinada época e, muitas vezes, deixam de existir quando caem em desuso. Muitas gírias são tão utilizadas por grande parte da população de um país que acabam sendo incorporadas pelo vocabulário oficial, fazendo parte dos dicionários.
De certa forma, todos os grupos sociais possuem uma certa quantidade de palavras ou expressões que usam em seu ambiente. Estas são chamadas de gírias de grupos. Possuem gírias próprias os estudantes, advogados, jogadores de futebol, médicos, policiais, vendedores entre outros.
Muitas gírias são criadas pelos jovens e adolescentes, em função da necessidade de buscar palavras e conceitos novos.
Exemplos
- Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito
- Baranga = mulher feia
- Coroa = pessoa idosa
- Corno = pessoa traída
- Magrela = bicicleta
- Abrir o jogo = contar a verdade
- Arrancar os cabelos = ficar desesperado
- Baixar a bola = ficar calmo
- Catinga = fedor
- Cabeça-dura = pessoa teimosa
- Com o pé na cova = próximo da morte
- Dar o troco = fazer vingança
- Pagar o mico = passar vergonha
DIALETO
Falantes de uma mesma língua apresentam diferenças nos seus modos de falar, de acordo com o lugar em que estão (variação diatópica), com a situação de fala ou registro (variação diafásica) ou, ainda, de acordo com o nível socioeconômico do falante (variação diastrática).
Dialeto é uma variante linguística constituída por características fonológicas, sintáticas, semânticas e morfológicas próprias.
Uma língua pode-se dividir em inúmeras variedades dialetais, desde as mais abrangentes (e. g. português europeu e português brasileiro) até às sub-variedades mais específicas - ar exemplo do grupo dialetal transmontano-alto-minhoto, que se inclui nos dialetos portugueses setentrionais e o grupo dialetal gaúcho, que se inclui no grupo dialetal do sul do Brasil.
- Os critérios que levam a que um conjunto de dialetos seja considerado uma língua autônoma e não uma variedade de outra língua são complexos e frequentemente subvertidos por motivos políticos. A Linguística considera os seguintes critérios para determinar que um conjunto de dialetos faz parte de uma língua:Critério da compreensão mútua: se duas comunidades conseguem facilmente compreender-se ao usarem o seu sistema linguístico, então elas falam a mesma língua.
- Critério da existência de um corpus linguístico comum: se entre duas comunidades existe um conjunto de obras literárias que são consideradas patrimônio de ambas (sem que haja necessidade de tradução), então elas falam a mesma língua.
Um dialeto, para ser considerado como tal, tem de ser falado por uma comunidade regional. As características da língua que não são específicas de um grupo regional são consideradas socioletos (variedades próprias de diferentes grupos sociais, etários ou profissionais) ou idioletos (variedades próprias de cada indivíduo).
As regiões dialetais são estabelecidas por linhas de fronteira virtuais a que se dá o nome de isoglossas.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
MATÉRIA DA PROVA BIMESTRAL DE PORTUGUÊS - 2ºBIMESTRE
1-AS ORAÇÕES SUBLINHADAS, SÃO ORAÇÕES SUBORDINADAS, CLASSIFIQUE-AS
ex:
Vi um grupo conversando
Oração subordinada adjetiva restritiva reduzida de gerúndio
A vaidade é isto: ansiar por elogios.
O. S. substantiva apositiva de infinitivo.
A não ser pela falta de tempo, eu ficaria mais um pouco.
O. S. adverbial condicional reduzida do infinitivo.
Este pais, tornado independente, pertencia a Portugal.
O.S. Adjetiva explicativa reduzida de infinitivo.
A sua intensão era comunicar a Augusta o resultado da conversa com o pretendente.
O.S substantiva predicativa reduzida de infinitivo
Ele está sempre sereno, porque nunca tem sobressaltos que o preocupem.
O.S adverbial causal.
ex:
Vi um grupo conversando
Oração subordinada adjetiva restritiva reduzida de gerúndio
A vaidade é isto: ansiar por elogios.
O. S. substantiva apositiva de infinitivo.
A não ser pela falta de tempo, eu ficaria mais um pouco.
O. S. adverbial condicional reduzida do infinitivo.
Este pais, tornado independente, pertencia a Portugal.
O.S. Adjetiva explicativa reduzida de infinitivo.
A sua intensão era comunicar a Augusta o resultado da conversa com o pretendente.
O.S substantiva predicativa reduzida de infinitivo
Ele está sempre sereno, porque nunca tem sobressaltos que o preocupem.
O.S adverbial causal.
sábado, 31 de maio de 2014
PROVA DE PORTUGUÊS - 2ºBIMESTRE
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS
As orações subordinadas adjetivas podem ser classificadas como RESTRITIVA e EXPLICATIVA;
RESTRITIVA:
Já as orações adverbiais podem ser classificadas como:
temporais - relação de tempo
finais - relação com finalidade
proporcionais - relação de proporção
causais - relação de causa
condicionais - relação de condição
consecutivas - relação de consequência
comparativas - relação de comparação
conformativas - relação de conformidade
concessivas - relação de concessão
ORAÇÕES DESENVOLVIDAS E REDUZIDAS
desenvolvidas: São iniciadas por conjunção ou pronome relativo(conectivos).
Apresentam verbo flexionado.
orações reduzidas: Não são iniciadas por conjunção e pronome.
Apresentam verbos numa forma nominal.
EX de desenvolvida:
Quando conclui a leitura, fechou o livro.
EX de reduzida:
Concluindo a leitura, fechou o livro.
As orações subordinadas adjetivas podem ser classificadas como RESTRITIVA e EXPLICATIVA;
RESTRITIVA:
- delimita ou define mais claramente o seu antecedente.
- NÃO é separada por virgula.
- apresenta uma explicação ou pormenor do antecedente.
- É separada por virgula.
Já as orações adverbiais podem ser classificadas como:
temporais - relação de tempo
finais - relação com finalidade
proporcionais - relação de proporção
causais - relação de causa
condicionais - relação de condição
consecutivas - relação de consequência
comparativas - relação de comparação
conformativas - relação de conformidade
concessivas - relação de concessão
ORAÇÕES DESENVOLVIDAS E REDUZIDAS
desenvolvidas: São iniciadas por conjunção ou pronome relativo(conectivos).
Apresentam verbo flexionado.
orações reduzidas: Não são iniciadas por conjunção e pronome.
Apresentam verbos numa forma nominal.
EX de desenvolvida:
Quando conclui a leitura, fechou o livro.
EX de reduzida:
Concluindo a leitura, fechou o livro.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
POESIA - PORTUGUÊS
POESIA
A poesia, ou gênero lírico, é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo em que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor. "Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice." O sentido da mensagem poética também pode ser", ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.
Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).
HISTORIA
A poesia como uma forma de arte pode ser anterior à escrita. Muitas obras antigas, desde os vedas indianos (1700-1200 a.C.) e os Gathasde Zoroastro (1200-900 aC), até a Odisseia (800 - 675 a.C.), parecem ter sido compostas em forma poética para ajudar a memorização e a transmissão oral nas sociedades pré-históricas e antigas. A poesia aparece entre os primeiros registros da maioria das culturas letradas, com fragmentos poéticos encontrados em antigos monolitos, pedras rúnicas e estelas.
O poema épico mais antigo sobrevivente é a Epopeia de Gilgamesh, originado no terceiro milênio a.C. na Suméria (na Mesopotâmia, atualIraque), que foi escrito em escrita cuneiforme em tabletes de argila e, posteriormente, papiro. Outras antigas poesias épicas incluem os épicos gregos Ilíada e Odisseia, os livros iranianos antigos Gathas Avesta e Yasna, o épico nacional romano Eneida, de Virgílio, e os épicos indianos Ramayana e Mahabharata.
Os esforços dos pensadores antigos em determinar o que faz a poesia uma forma distinta, e o que distingue a poesia boa da má, resultou na "poética", o estudo da estética da poesia. Algumas sociedades antigas, como a chinesa através do Shi Jing (Clássico da Poesia), um dosCinco Clássicos do confucionismo, desenvolveu cânones de obras poéticas que tinham ritual bem como importância estética. Mais recentemente, estudiosos têm se esforçado para encontrar uma definição que possa abranger diferenças formais tão grandes como aquelas entre The Canterbury Tales de Geoffrey Chaucer e Oku no Hosomichi de Matsuo Basho, bem como as diferenças no contexto que abrangem a poesia religiosa Tanakh, poesia romântica e rap.
O contexto pode ser essencial para a poética e para o desenvolvimento do gênero e da forma poética. Poesias que registram os eventos históricos em termos épicos, como Gilgamesh ou o Shahnameh, de Ferdusi, serão necessariamente longas e narrativas, enquanto a poesia usada para propósitos litúrgicos (hinos, salmos, suras e hadiths) é suscetível de ter um tom de inspiração, enquanto que elegia e tragédia são destinadas a invocar respostas emocionais profundas. Outros contextos incluem cantos gregorianos, o discurso formal ou diplomático,retórica e invectiva políticas, cantigas de roda alegres e versos fantásticos, e até mesmo textos médicos.
O historiador polonês de estética Władysław Tatarkiewicz, em um trabalho acadêmico sobre "O Conceito de Poesia", traça a evolução do que são na verdade dois conceitos de poesia. Tatarkiewicz assinala que o termo é aplicado a duas coisas distintas que, como o poeta Paul Valéryobservou, "em um certo ponto encontram união. […] A poesia é uma arte baseada na linguagem. Mas a poesia também tem um significado mais geral […] que é difícil de definir, porque é menos determinado: a poesia expressa um certo estado da mente.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
MATÉRIA DA PROVA DE PORTUGUÊS 1ºBIMESTRE
PERÍODO COMPOSTO E SUAS CLASSIFICAÇÕES
COORDENADA
oração coordenada assindética
(sem conjunção)
oração coordenada sindética
(com conjunção)
-aditiva
-adversativa
-alternativa
-explicativa
-conclusiva
SUBORDINADA
subordinada substantiva
(com conjunção integrante)
-subjetiva
-objetiva direta
-objetiva indireta
-completiva nominal
-predicativa
-apositiva
SUBORDINADA ADVERBIAL
(com conjunção subordinativa)
-causal
-consecutiva
-condicional
-concessiva
-comparativa
-conformativa
-temporal
-final
-proporcional
SUBORDINADA ADJETIVA
(com pronome relativo)
-restritiva
-explicativa
COORDENADA
oração coordenada assindética
(sem conjunção)
oração coordenada sindética
(com conjunção)
-aditiva
-adversativa
-alternativa
-explicativa
-conclusiva
SUBORDINADA
subordinada substantiva
(com conjunção integrante)
-subjetiva
-objetiva direta
-objetiva indireta
-completiva nominal
-predicativa
-apositiva
SUBORDINADA ADVERBIAL
(com conjunção subordinativa)
-causal
-consecutiva
-condicional
-concessiva
-comparativa
-conformativa
-temporal
-final
-proporcional
SUBORDINADA ADJETIVA
(com pronome relativo)
-restritiva
-explicativa
quinta-feira, 6 de março de 2014
DISSERTAÇÃO(obs: também caíra na prova de redação) - PORTUGUÊS
O QUE É DISSERTAÇÃO ?
Dissertação é uma modalidade de redação ou tipo de composição, escrita em prosa sobre um tema que se devem apresentar e discutir argumentos, provas, exemplos etc. Nos meios universitários equivale a tese diferenciando-se pelo volume de material, a dissertação seria o material que envolvesse poucas páginas até o limite de cem, enquanto a tese rotularia os textos que ultrapassassem esse número; e pelo aspecto qualitativo, a dissertação pressupões a capacidade de aplicação de um método de análise e interpretação, enquanto a tese implica a originalidade do tema ou da abordagem à luz do qual é exposta e discutida.
DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA
Dissertação é uma modalidade de redação ou tipo de composição, escrita em prosa sobre um tema que se devem apresentar e discutir argumentos, provas, exemplos etc. Nos meios universitários equivale a tese diferenciando-se pelo volume de material, a dissertação seria o material que envolvesse poucas páginas até o limite de cem, enquanto a tese rotularia os textos que ultrapassassem esse número; e pelo aspecto qualitativo, a dissertação pressupões a capacidade de aplicação de um método de análise e interpretação, enquanto a tese implica a originalidade do tema ou da abordagem à luz do qual é exposta e discutida.
DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA
É modalidade de texto que tenta convencer o leitor sobre algo com base em raciocínio e evidências de provas. A dissertação argumentativa não dá espaço para o leitor ter suas próprias conclusões uma vez que a conclusão já se encontra no texto, de modo que a única possibilidade de interpretação é a aceitação da conclusão proposta por parte do leitor. Este tipo de redação é a base que mantém o discurso forense por sua natureza persuasiva.
Quanto ao ponto de vista do autor presente na dissertação argumentativa, temos ainda os seguintes tipos de dissertação:
-
- Dissertação subjetiva
Quando o autor se envolve no texto ao expressar suas ideias, claramente ao usar verbos na primeira pessoa.
DISSERTAÇÃO OBJETIVA
Quando o autor usa verbos na terceira pessoa defendendo conceitos conhecidos ou universais, já expressos anteriormente por outros, é o tipo de dissertação comumente pedido em provas de concursos.
CRÍTICAS
Em seu conceito de Educação bancária, Paulo Freire afirmou que a narração e a dissertação são suas características marcantes:
A narração ou a dissertação que implica num sujeito - o narrador - e em objetos pacientes, ouvintes - os educandos. Mantendo a contradição entre educador e educando, a narração não promove a educação: "narração de conteúdos que, por isto mesmo, tendem a petrificar-se ou a fazer-se algo quase morto.(...) Essa educação apresenta retalhos da realidade de forma estática, sem levar em conta a experiência do educando."
O professor brasileiro e doutor em Educação Lucídio Bianchetti criticou a forma como a produção de dissertações é ensinada nas escolas que seguem um modelo de preenchimento artificial da estrutura "introdução-desenvolvimento-conclusão", essa prática resulta em conclusões forçosamente otimistas.
Assinar:
Postagens (Atom)