Mostrando postagens com marcador portugues. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador portugues. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCESSIVA

ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCESSIVA

Oração subordinada adverbial concessiva 

Está calor embora ainda não seja Verão.
Embora ainda não seja Verão, está calor.

Como vemos, nas frases/orações subordinadas adverbiais concessivas, a ordem entre a oração subordinante e a oração subordinada pode inverter-se.
Estas orações exprimem uma ideia de concessão, ou uma dificuldade oposta à realização ou à verdade expressa na na oração subordinante, mas, sem a impedir.
Nas frases/orações concessivas, o verbo está sempre no modo conjuntivo.
As frases/orações subordinadas concessivas exercem a função sintáctica de modificadores frásicos em relação à frase ou oração subordinante.

Conjunções e locuções conjuncionais concessivas - embora, conquanto, se bem que, ainda que, mesmo que, mesmo se, posto que, nem que, por mais que, malgrado, não obstante, apesar de.

Há fatos que estão previstos para ocorrer sob determinadas condições, no entanto, podem ocorrer exceções, o fato previsto pode realizar-se sem que a condição imposta se realize. ex

Embora não obtivesse a nota mínima, foi aprovado.
( A aprovação foi uma concessão, uma vez que q condição estipulada não ocorreu.)




quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL

Oração subordinada adverbiais podem estabelecer um condição necessária para que seja realizado um fato expresso pela oração principal

Exemplos:

Preencha o formulário se quiser esta revista.

Caso você queira participar da festa, avise os organizadores.

O uso da vírgula para separar as orações subordinadas adverbiais condicionais segue a mesma regra já vista no estudo das orações subordinadas adverbiais temporais.

Exemplo:

Caso seja convocado, me alistarei no exército.

Eu se precisar de ajuda, pedirei.


RESUMO:

Circunstância: deve ser usada para estabelecer uma condição necessária para que seja realizado um fato.

Principais conjunções: se, caso, desde que, contanto que, sem que.

Uso da virgula: segue a mesma regra já vista no estudo das orações subordinadas adverbiais temporais.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

PRIMEIRA POSTAGEM DE 2014

Oração coordenada




período é composto por coordenação quando tem orações equivalentes, mas sem dependência uma da outra. São sintaticamente independentes. As orações coordenadas podem estar simplesmente justapostas, isto é, colocadas uma ao lado da outra sem qualquer conectivo que as enlace, este tipo de oração coordenada chama-se assindética. Quando orações coordenadas são ligadas por uma conjunção coordenativa são classificadas como sindéticas.
Exemplos:
  • "Será uma vida nova, começará hoje, não haverá nada para trás." (oração coordenada assindética)
  • "A Grécia seduzia-o, mas Roma dominava-o." (oração coordenada sindética adversativa)

Classificação

1. Estou a comprar um protetor solar.
2. Vou à praia.
  • Separando as duas, vemos que elas são independentes.
  • É desse tipo de período que iremos falar agora: o Período Composto por Coordenação.
  • Quanto à classificação das orações coordenadas, temos dois tipos: Coordenadas Assindéticas e Coordenadas Sindéticas.
  • Coordenadas Assindéticas
    • São orações coordenadas entre si e que não são ligadas através de nenhum conectivo. Estão apenas justapostas.
  • Coordenadas Sindéticas
    • Ao contrário da anterior, são orações coordenadas entre si, mas que são ligadas através de uma conjunção coordenativa.
  • As orações coordenadas sindéticas são classificadas em cinco tipos: aditivas, adversativas, alternativas, explicativas e conclusivas.
Vejamos a seguir:

Aditivas

Estabelecem, em relação à oração anterior, uma ideia de acréscimo, adição.
  • Principais: e, nem, mas também, como (após "não só"), como ou quanto (após "tanto"), ainda, outros sim, mais, que, etc.
Exemplos:
  • Vou almoçar e jantar na casa do Renato.
  • A menina não só chorava como também mostrava-se arrependida.

Adversativas

Indicam uma relação de oposição, como contraste ou compensação, entre as unidades ligadas.
  • Principais: mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, não obstante, senão, etc.
Exemplos:
  • Eu queria ir à praia, mas estava chovendo.
  • Ele falou, todavia não foi brilhante.

Alternativas

Como o seu nome indica, expressam uma relação de alternância, seja por incompatibilidade dos termos ligados ou por equivalência dos mesmos.
  • Principais: ou… ou, ora… ora, já… já, quer… quer, seja… seja, nem… nem, etc.
Exemplos:
  • Ora quer ir à praia, ora quer ir ao shopping.
  • Aceitarás minha proposta ou farás outra?

Explicativas

Expressam a relação de explicação, razão ou motivo.
  • Principais: que, porque, porquanto, por, como, pois (anteposto ao verbo), ou seja, isto é.
Exemplos:
  • Fui à praia, pois o shopping estava lotado.
  • Saiam daqui, porque estão atrapalhando a passagem.

Conclusivas

Indicam relação de conclusão.
  • Principais: pois (posposto ao verbo), logo, portanto, então, por conseguinte, por consequência, assim, desse modo, destarte, com isso, por isto, consequentemente, de modo que, por.
Exemplos:
  • João e eu fomos namorar, portanto, não devemos voltar logo.
  • São crianças, logo precisam brincar.


Oração subordinada adjetiva


Orações subordinadas adjetivas abv.: O.S.Adj. (no Brasil, em PortugalOrações subordinadas adjectivas) são orações subordinadas que exercem função de adjetivo, dando uma característica a um substantivo. Sempre iniciam-se com pronome relativo.



Classificação

As orações subordinadas adjetivas classificam-se em restritivas e explicativas.

Orações subordinadas adjetivas restritivas

Orações subordinadas adjetivas restritivas restringem, limitam a significação do seu antecedente (substantivo ou pronome). São indispensáveis ao sentido do período e não se separam da oração principal por vírgula.
"Há alunos QUE PRATICAM ESPORTE." "As pessoas QUE SÃO BOAS ajudam o próximo."
  • oração "praticam esporte" restringe o sentido do termo alunos, assim dizendo que nem todos praticam esportes, sem a primeira oração o termo fica muito abrangente.

Orações subordinadas adjetivas explicativas

Orações subordinadas adjetivas explicativas são aquelas que realçam um detalhe do termo antecedente, que já se encontra definido, sem ela o termo continua com o mesmo sentido. Sempre é utilizada pela vírgula separando-a da oração principal. Exerce a função de aposto explicativo da oração principal.
"O Brasil, QUE É O MAIOR PAÍS DA AMÉRICA DO SUL, tem milhões de analfabetos."
  • A oração adjetiva explicativa que é o maior país da América do Sul pode ser eliminada sem que a compreensão lógica da frase fique prejudicada, diferente das orações subordinadas restritivas.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PROVA BIMESTRAL DE PORTUGUÊS

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS 

Orações subordinadas adjetivas abv.: O.S.Adj. (no Brasil, em PortugalOrações subordinadas adjectivas) são orações subordinadas que exercem função de adjetivo, dando uma característica a um substantivo. Sempre iniciam-se com pronome relativo.

Orações subordinadas adjetivas restritivas[editar]

Orações subordinadas adjetivas restritivas restringem, limitam a significação do seu antecedente (substantivo ou pronome). São indispensáveis ao sentido do período e não se separam da oração principal por vírgula.
"Há alunos QUE PRATICAM ESPORTE." "As pessoas QUE SÃO BOAS ajudam o próximo."
  • oração "praticam esporte" restringe o sentido do termo alunos, assim dizendo que nem todos praticam esportes, sem a primeira oração o termo fica muito abrangente.

Orações subordinadas adjetivas explicativas[editar]

Orações subordinadas adjetivas explicativas são aquelas que realçam um detalhe do termo antecedente, que já se encontra definido, sem ela o termo continua com o mesmo sentido. Sempre é utilizada pela vírgula separando-a da oração principal. Exerce a função de aposto explicativo da oração principal.
"O Brasil, QUE É O MAIOR PAÍS DA AMÉRICA DO SUL, tem milhões de analfabetos."
  • A oração adjetiva explicativa que é o maior país da América do Sul pode ser eliminada sem que a compreensão lógica da frase fique prejudicada, diferente das orações subordinadas restritivas.


PRONOMES RELATIVOS 

Seguidos ou não por preposições. São as palavras que substituem ou especificam um termo antecedente.
Ex.: A casa onde Maria Eugênia L. e Juliana C. moram é muito moderna.
A pessoa a quem entreguei os documentos é a recepcionista.
Os pronomes relativos, excetuando-se cujocujoscuja e cujas, podem ser facilmente substituídos pelo relativo "o qual" e suas variantes.
Ex.: O rapaz de quem lhe falei não é aquele?
O rapaz do qual lhe falei não é aquele?
  • Quem - o pronome relativo quem refere-se a pessoas e é precedido de preposição. Ele exerce a função sintática de adjunto adverbial
  • Onde - o pronome relativo onde é empregado na indicação de lugar, exercendo a função sintáctica de adjunto adverbial
  • Cujo - todas a frases que tem o nome relativo cujo são adjunto adnominal ou complemento nominal.
Ex.: Vivo com seres cujos sentidos são facilmente detectáveis.
Ex.: A rodovia cuja pavimentação deteriora a flora...
Obs.: o pronome "cujo", e suas variações, não concorda com o antecedente, mas sim com o consequente. EX: Este é o livro cujas folhas estão amareladas.
Obs2.: quanto é pronome relativo quando tem por antecedente um pronome indefinido, tanto (ou variações) e tudo. EX: Ele fez tudo quanto havia prometido.
Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.
Nós conhecemos o professor. O professor morreu.
Nós conhecemos o professor que morreu.
Como se pode perceber, o 'que' nessa frase está substituindo o termo professor e está relacionando a segunda oração com a primeira.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

PROVA MENSAL DE PORTUGUÊS QUARTO BIMESTRE

JORNAL

Jornal é um meio de comunicação impresso, geralmente um produto derivado do conjunto de atividades denominado jornalismo. As características principais de um jornal são: o uso de "papel de imprensa" - mais barato e de menor qualidade que os utilizados por outros materiais impressos; a linguagem própria - dentro daquilo que se entende por linguagem jornalística; e é um meio de comunicação de massas - um bem cultural que é consumido pelas massas. Os jornais têm conteúdo genérico, pois publicam notícias e opiniões que abrangem os mais diversos interesses sociais. No entanto, há também jornais com conteúdo especializado em economia, negócios ou desporto, entre outros. A periodicidade mais comum dos jornais é a diária, mas existem também aqueles com periodicidade semanal, quinzenal e mensal. O jornal foi o primeiro - e, por muito tempo, o principal - espaço de atividade profissional do jornalismo.
crise econômica de 2008, combinada com o rápido crescimento de alternativas na internet, causou um grande declínio na publicidade e circulação dos jornais, com vários deles fechando ou reduzindo suas operações mundialmente  , uma exceção é o Brasil no qual a tiragem dos jornais impressos cresceu 4.2% em 2010.
Os jornais contemporâneos normalmente são impressos em um tipo específico de papel espesso e áspero - o papel-jornal ou "papel de imprensa", (newsprint em inglês), um papel reciclado, obtido de pedaços de madeira não aproveitados na fabricação de móveis e fibras recicladas , cortado em folhas de tamanhos padronizados.

Na Roma Antiga, era produzida a Acta Diurna, um boletim de anúncios do governo, sendo esculpidos em metal ou pedra e exibidos em locais públicos.
Na China, circulavam entre oficiais da corte, durante o final da Dinastia Han (séculos II e III AD) folhas de notícias do governo, chamadas tipao. Entre 713 and 734, o Kaiyuan Za Bao ("Boletim da Corte") da Dinastia Tang chinesa também publicava notícias do governo; era escrito a mão, em seda e lido pelos oficiais do governo. Em 1582, é feita a primeira referência a um jornal publicado privadamente, durante o final da Dinastia Ming.
Com a maior integração da Europa, no início da Era Moderna, foi sentida uma maior necessidade de informação, inicialmente atendida por folhas de notícias escritas a mão. Em 1556, o governo da República de Veneza publicou o mensal Notizie scritte, que custava uma gazetta. Estes avisos eram boletins escritos a mão e utilizados para distribuir notícias políticas, militares e econômicas para as cidades italianas (1500–1700) — compartilhando algumas das características de um jornal, apesar de não serem normalmente considerados verdadeiros jornais.
Entretanto nenhum dessas publicações cumprem com os critérios clássicos para serem considerados jornais, já que tipicamente não eram feitos para o grande público, sendo restritos a uma gama de tópicos específico.
A emergência dessa nova forma de mídia no século  tem um grande conexão com a expansão da imprensa por causa da invenção da prensa móvel. O jornal em alemão Relation aller Fürnemmen und gedenckwürdigen Historien, impresso a partir de 1605 por Johann Carolus em Estrasburgo, é normalmente reconhecido como o primeiro jornal da história.

PRONOMES RELATIVOS 

Seguidos ou não por preposições. São as palavras que substituem ou especificam um termo antecedente.
Ex.: A casa onde Maria Eugênia e Rafaela moram é muito moderna.
A pessoa a quem entreguei os documentos é a recepcionista.
Os pronomes relativos, excetuando-se cujocujoscuja e cujas, podem ser facilmente substituídos pelo relativo "o qual" e suas variantes.
Ex.: O rapaz de quem lhe falei não é aquele?
O rapaz do qual lhe falei não é aquele?
  • Quem - o pronome relativo quem refere-se a pessoas e é precedido de preposição. Ele exerce a função sintática de adjunto adverbial
  • Onde - o pronome relativo onde é empregado na indicação de lugar, exercendo a função sintáctica de adjunto adverbial
  • Cujo - todas a frases que tem o nome relativo cujo são adjunto adnominal ou complemento nominal.
Ex.: Vivo com seres cujos sentidos são facilmente detectáveis.
Ex.: A rodovia cuja pavimentação deteriora a flora...
Obs.: o pronome "cujo", e suas variações, não concorda com o antecedente, mas sim com o consequente. EX: Este é o livro cujas folhas estão amareladas.
Obs2.: quanto é pronome relativo quando tem por antecedente um pronome indefinido, tanto (ou variações) e tudo. EX: Ele fez tudo quanto havia prometido.
Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.
Nós conhecemos o professor. O professor morreu.
Nós conhecemos o professor que morreu.
Como se pode perceber, o 'que' nessa frase está substituindo o termo professor e está relacionando a segunda oração com a primeira.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

PROVA BIMESTRAL DE PORTUGUÊS

1-RELACIONE AS COLUNAS ABAIXO:

aviso: o exercicio já esta com a resposta nas colunas.
A= Subjetiva B= Objetiva direta C= Objetiva indireta D= Completiva nominal E= Predicativa

(A) É importante que me ajudes.
(B) Convém que você parta logo.
(C) Tudo depende de que sejas honesto.
(B) Não vi se ela voltou mais cedo.
(B) Quero que me ouças.
(D) Não há dúvida de que ele é culpado.
(D) Temos necessidades de que o médico chegue logo.
(E) Minha esperança é que continue assim.
(B) Ele viu que o projeto da casa ficou pronto.

2- LEIA AS ORAÇÕES ABAIXO E RESPONDA :

"...que um dia a gente também possa ir..."
"...que é um ser humano..."

APENAS 1 AFIRMATIVA É VERDADEIRA SOBRE AS ORAÇÕES, QUAL ?

A) Objeto indireto em relação à oração principal.
B) Objeto direto em relação à oração principal.
C) Complemento nominal em relação à oração principal.                      RESPOSTA: (B)
D) Aposto indireto em relação à oração principal.
E) Adjunto adnominal em relação à oração principal.

3- LEIA A FRASE A SEGUIR:


                       NÃO FORCES O POEMA A DESPRENDER-SE DO LIMBO.

Os termos grifados complementam os verbos existentes no período exercendo respectivamente a função de:

A) agente da passiva e objeto direto.
B) complemento nominal e objeto indireto.
C) objeto direto e objeto indireto
D) objeto direto e complemento nominal.                                  RESPOSTA: (C)

4- QUAL O TIPO DE SUJEITO DA FRASE:
 
                                                   TROUXESTE A CHAVE ?

A) SUJEITO OCULTO
B) SUJEITO INDETERMINADO
C) SUJEITO SIMPLES                                     RESPOSTA (A)
D) ORAÇÃO SEM SUJEITO

5-AS FRASES OU PERÍODOS A SEGUIR SÃO :

CAMINHO DAS ÍNDIAS 

CORDEL ENCANTADO 

A) frases nominais
B) Frases verbais
C) períodos compostos
D) períodos simples                             RESPOSTA: (A)





quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PORTUGUÊS - JORNAL

O JORNAL 

CERTAS PESSOAS DA ATUALIDADE EM QUE VIVEMOS NÃO LEEM MAIS JORNAIS, PORQUE COM O ACESSO AS REDES DE INTERNET O ACESSO FICOU MAIS RÁPIDO, PERMITINDO-LHE ACESSO EM QUALQUER LUGAR, MAS, E OS JORNAIS ?? SERÃO BANIDOS DO PLANETA ?? O JORNAL ATUAL NÃO É MAIS USADO POR MUITOS, MAS, SE VOCÊ FOR VER, ELE ATÉ MESMO PODE TRAZER MAIS INFORMAÇÕES QUE OS JORNAIS QUE VOCÊ CONSEGUE POR MEIO DA INTERNET, POR EXEMPLO, EM UM JORNAL A VENDA DE VEÍCULOS E EMPREGOS, E ISSO NA INTERNET VOCÊ QUASE NÃO VEE.




quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ORAÇÕES SUBORDINADAS

ORAÇÕES SUBORDINADAS                                                  Oração subordinada, em gramática, é aquela que exerce uma função sintática em relação a uma outra oração, chamada oração principal e que pede complemento.
Exemplo:
"Aguardo que você chegue"
Nessa frase há duas orações: "Aguardo" e "que você chegue". Como A oração "que você chegue" está completando o sentido do verbo transitivo direto "aguardo", portanto, esta oração exerce função sintática do objeto direto, sendo assim uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
Dependendo da função sintática que exercem, as orações subordinadas podem ser classificadas em: substantivasadjetivas ou adverbiais.
ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 
São aquelas que agem dentro dos substantivos (subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, apositiva, completiva nominal e predicativa), iniciam sempre por conjunções integrantes (que e se).

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ADJUNTO ADNOMINAL E ADJUNTO ADVERBIAL 

O adjunto adnominal numa oração a palavra que acompanha um substantivo, qualquer que seja sua função sintática, é classificada como adjunto adnominal.

O adj. adnominal pode ser um artigo, adjetivo, numeral, locução adjetiva, pronome demonstrativo ou pronome indefinido. 

Adjunto adverbial refere-se sempre a um verbo e o adjunto adnominal refere-se sempre a um substantivo.

EX:

Esta menina vestiu uma blusa vermelha 

Esta(pronome demonstrativo
uma blusa vermelha(artigo indefinido)

Aquelas meninas estão comendo um sanduíche de queijo 

Aquelas(pron.demonstrativo)
um(numeral)
queijo(adj.adverbial)

terça-feira, 30 de abril de 2013

PORTUGUÊS

Análise sintática, aposto.

Análise sintática 

A análise sintática tem como objetivo analisar os termos de uma oração

ex:  O presidente falou ao povo ontem à noite

O presidente(sujeito)
falou(verbo)
ao povo(objeto direto e indireto)
ontem à noite(adjunto adverbial)

Essa é uma analise que verifica os termos da oração, porem ha outras, ex:

Ele foi ha praia de noite

Ele(sujeito simples)
foi ha praia de noite(predicado do sujeito)
foi(objeto direto)
ha praia(objeto indireto)

Essa analisa a oração e classifica seus termos, estas são as duas formas de análise sintática.

Aposto

Aposto é o termo da oração que identifica ou esclarece o nome ao qual se associa.
ex: A cidade do recife é a capital de pernambuco.
(O termo "do recife" identifica o nome cidade; é portanto aposto.)    APOSTO EXPLICATIVO

Quando o aposto aparece intercalado entre o sujeito e o predicado ou no fim da frase, pode ser usado travessão em vez de vírgula. Repare que o travessão imprime maios força expressiva ao aposto do que a vírgula.  APOSTO ENUMERATIVO
ex: meu mestre - homem sensato - concordou comigo.

Vocativo 

O termo da frase usado para chamar por uma pessoa ou coisa personificada é o vocativo .
ex: Meu filho, venha cá!

Brasil! abre a cortina do passado.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

FRASES E ORAÇÕES SUBORDINADAS E SUBORDINADA SUBSTANTIVA


Frase é todo enunciado linguístico capaz de transmitir uma ideia. A frase é uma palavra ou conjunto de palavras que constitui um enunciado de sentido completo. A frase começa com letra maiúscula e termina em um ponto.
Ex.: A casa é grande.
A frase se define pelo propósito de comunicação, e não pela sua extensão. O conceito de frase, portanto, abrange desde estruturas linguísticas muito simples até enunciados bastante complexos.

  • Frase verbal: Quando há presença do verbo.
Ex.: O Brasil é um país de dimensões continentais.
  • Frase nominal: Quando não há presença do verbo.

Tipos básicos de frases

  • Frases exclamativas: as que possuem exclamação;
  • Frases imperativas: as que expressam ordens, proibições ou conselhos;
  • Frases interrogativas: as que transmitem perguntas; e
  • Frases declarativas: as que anunciam qualquer fato.
E ainda há mais dois grupos secundários:
  • Frases optativas: o emissor expressa um desejo (Ex.: Quero comer picolé.);
  • Frases imprecativas: o emissor expressa uma súplica através de maldição. (Ex.: Que um raio caia sobre minha cabeça.).

ORAÇÕES SUBORDINADAS 

A oração subordinada é aquela que exerce função sintática em relação à outra. Se a função sintática que a oração subordinada exerce for própria de substantivo, então a oração se classifica como oração subordinada substantiva. Se a função sintática que a oração subordinada exerce for própria de adjetivo, então a oração se classifica como oração subordinada adjetiva. Se a função sintática que a oração subordinada exerce for própria de advérbio, então a oração se classifica como oração subordinada adverbial.
É descoberta a função das orações no momento em que a oração absoluta (período simples) é transformada em subordinada ou reduzida (período composto). A mudança que ocorre no núcleodas orações do período composto em relação ao vocábulo transmutado, determina se a oração é substantiva, adjetiva ou adverbial. Sabido disto, conclui-se que se não há palavra para se transmutar (nestes casos, o núcleo), não pode ocorrer a transformação oracional. Exemplo, o verbo haver possui sua raíz apenas no verbo, no verbo haver, logo, não se tem transformação oracional (a mesma sentença pode apenas ser subordinada). Já o verbo receber apresenta em diferentes classificações de palavras a sua raíz, em substantivo (recibo) e em adjetivo (recebido), então, pode-se ocorrer a transformação de períodos.




quarta-feira, 10 de abril de 2013

FOCO NARRATIVO + Personagens

FOCO NARRATIVO 

O foco narrativo pode ser em primeira(personagem narrador) ou em terceira pessoa( quando o narrador não é um personagem).

Foco narrativo em primeira pessoa é quando o narrador é um personagem da historia, porem ele não pode conhecer tudo o que acontece na história.
Ele só pode contar o que viu ou o que ouviu de outros personagens, fazer suposições e interpretações.


Foco narrativo em terceira pessoa é quando o narrador não é um personagem, porem ele pode ser :

Onisciente = quando o narrador conhece tudo sobre o personagem, inclusive seus sentimentos e pensamentos.
Esse narrador pode relatar fatos ocorridos, ao mesmo tempo, em diferentes lugares.

Objetiva = quando o narrador apenas observa exteriormente as personagens, sem conhecer seus pensamentos. Esse foco narrativo é usado mais raramente pelos outros.

Personagens 

O autor pode escolher entre dois modos de apresentar os personagens :

Apresentação Direta : ocorre quando o narrador descreve os personagens, revelando explicitamente suas caracteristicas físicas e psicológicas revelantes.

Apresentação Indireta : quando o narrador não descreve as personagens. O leitor precisa deduzir as características físicas e psicológicas a partir das ações, reações e falas de cada uma.

MAS, ATÉ, LÁ E CÁ oque eles são e onde são usados.

PORTUGUÊS 

Na oração, o advérbio pode modificar o verbo, o adjetivo ou o outro advérbio. A palavra denotativa não modifica nem o verbo, nem o adjetivo, nem o advérbio. 
Algumas palavras, como e Cá, podem ser usadas como advérbio de lugar e como palavra denotativa de realce. 
Agora vou indicar quando o e são usados como advérbio de lugar ou como palavra denotativa de realce. 

a) Sei lá onde estão os seus livros !
lá = realce 

b) penso que seus livros estão sobre a mesa. 
lá = lugar 

c) venha para cá.
cá = lugar

d) eu  vivo preocupado. 
cá = realce 

e) ela tem suas preocupações. 
lá = realce 

A palavra até pode ser uma preposição ou uma inclusão 

ex:

Andei até a praça. 
até = preposição 

Até ele me acusou. 
até = inclusão 

A palavra mas em uma oração pode ser uma conjunção ou uma situação. 
Veja ; 

mas o que você achou da proposta ? 
situação 

ele adoeceu mas não consultou um médico. 
conjunção 

quarta-feira, 6 de março de 2013

PORTUGUÊS 2

PORTUGUÊS 

A LINGUAGEM FALADA E A LINGUAGEM ESCRITA

Não devemos confundir língua com escrita, pois são dois meios de comunicação distintos. A escrita representa um estágio posterior de uma língua. A língua falada é mais espontânea, abrange a comunicação linguística em toda sua totalidade. Além disso, é acompanhada pelo tom de voz, algumas vezes por mímicas, incluindo-se fisionomias. A língua escrita não é apenas a representação da língua falada, mas sim um sistema mais disciplinado e rígido, uma vez que não conta com o jogo fisionômico, as mímicas e o tom de voz do falante.
No Brasil, por exemplo, todos falam a língua portuguesa, mas existem usos diferentes da língua devido a diversos fatores. Dentre eles, destacam-se:

Fatores regionais: é possível notar a diferença do português falado por um habitante da região nordeste e outro da região sudeste do Brasil. Dentro de uma mesma região, também há variações no uso da língua. No estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, há diferenças entre a língua utilizada por um cidadão que vive na capital e aquela utilizada por um cidadão do interior do estado.

Fatores culturais: o grau de escolarização e a formação cultural de um indivíduo também são fatores que colaboram para os diferentes usos da língua. Uma pessoa escolarizada utiliza a língua de uma maneira diferente da pessoa que não teve acesso à escola.

Fatores contextuais: nosso modo de falar varia de acordo com a situação em que nos encontramos: quando conversamos com nossos amigos, não usamos os termos que usaríamos se estivéssemos discursando em uma solenidade de formatura.
Fatores profissionais: o exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas línguas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas formas têm uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, químicos, profissionais da área de direito e da informática, biólogos, médicos, linguistas e outros especialistas.

Fatores naturais: o uso da língua pelos falantes sofre influência de fatores naturais, como idade e sexo. Uma criança não utiliza a língua da mesma maneira que um adulto, daí falar-se em linguagem infantil e linguagem adulta.




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Português

identifique o que se pede:

1-sujeito
2-verbo
3-complemento do verbo
4- adjunto adverbial

ex:
O prefeito falou ao povo ontem á noite.
       1            2             3              4
prefeito= sujeito
falou= verbo
ao povo= compl. do verbo
ontem a noite= adj.adverbial

a)Ás sete horas, o prefeito fará um discurso.
             4                    1         2             3
sete horas=adj.adverbial
o prefeito= sujeito
fara= verbo
discurso=comp.do verbo

b)nós, a tempo desfizemos o equívoco.
     1         4            2                    3

c)voute amanhã
       2         4

d) você, voute para cá, antes que seja tarde.
       1         2          3             4             3
2) palavras que foram banidas do nosso vocabulário:

Bilontra: Elegante
Encrenca:  embrulhado
Estrangeirismo: Pessoa que usa linguagem diferente da conhecida
Plebiscito: pessoa que usa linguagem antiga ou que não se usa mais.