terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

AS PERIFERIAS DOS GRANDES "CENTROS MUNDIAIS"

AS PERIFERIAS 

Periferias quando é a questão dos centros mundiais são consideradas aquele países que não tem infra-estrutura para investir em educação, renda, etc. Muitas vezes isso pode vir ocorrer por um governo corrupto, que em vez de utilizar o dinheiro arrecadado para fins da população o utiliza para seu consumo próprio, porem, existem vários tipos de periferias, tais quais: periferias das áreas centrais, sub-centros da periferia, periferia e áreas marginais.

Periferia das áreas centrais: embora são considerados ricos, esses países são sofrem influência de países ileais.  Ex: Polônia e Eslovênia.

Sub-centros da periferia: É composta por países emergentes. Ex: Brasil, México, Índia, Argentina, etc.

Periferia: É composta por países subdesenvolvidos. Ex: Colômbia, Peru, Angola, Arabia saudita, etc.

Área marginal: É composta por aqueles países onde há conflitos internos e dependem de uma maios participação da economia global. Ex: Nepal, Etiópia, Sumaria, etc.

CENTROS MUNDIAIS 

Essa classe é composta pelos 3 países mais ricos do mundo tais quais: Estados Unidos, Japão e Alemanha.
Esses 3 países controlam a economia mundial, a maioria das periferia ou Áreas marginais dependem da economia do mundo para manter-sem fora da linha da pobreza geral.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A REVOLTA DAS CHIBATADAS

A REVOLTA DAS CHIBATADAS                                   

Revolta dos Marinheiros, ainda conhecida como "Revolta da Chibata", foi um movimento de marinheiros da Marinha do Brasil, planejado por cerca de dois anos e que culminou com um motim que se estendeu de 22 até 27 de novembro de 1910 na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, à época a capital do país, sob a liderança do marinheiro João Cândido Felisberto.
Na ocasião rebelaram-se cerca de 2400 marinheiros contra a aplicação de castigos físicos a eles impostos (as faltas graves eram punidas com 25 chibatadas), ameaçando bombardear a cidade. Durante o primeiro dia do motim foram mortos marinheiros infiéis ao movimento e cinco oficiais que se recusaram a sair de bordo, entre eles o comandante do Encouraçado Minas GeraesJoão Batista das Neves. Duas semanas depois de os rebeldes terem se rendido e terem desarmado os navios, obtendo do governo um decreto de Anistia, eclodiu o que a Marinha denomina de "segunda revolta". Em combate, num arremedo de motim num dos navios que não aderiram à Revolta pelo fim da Chibata, morreram mais um oficial e um marinheiro. Esta "segunda revolta" desencadeou uma série de mortes de marinheiros indefesos, ilhados, detidos em navios e em masmorras, além da expulsão de dois mil marinheiros, atos amparados pelo estado de sítio que a "segunda revolta" fez o Congresso Brasileiro aprovar.

ANTES DA REVOLTA 

Os castigos físicos, abolidos na Marinha do Brasil um dia após a Proclamação da República (1889) , foram restabelecidos no ano seguinte (1890) por um decreto nunca publicado no Diário Oficial, o qual, mesmo assim, foi tomado por base pela Marinha de Guerra, estando nele previstas:
"Para as faltas leves, prisão a ferro na solitária, por um a cinco dias, a pão e água; faltas leves repetidas, idem, por seis dias, no mínimo; faltas graves, vinte e cinco chibatadas, no mínimo."
Os marinheiros nacionais, quase todos negros ou mulatos comandados por um oficial branco, em contato cotidiano com as marinhas de países mais desenvolvidos à época, não podiam deixar de notar que as mesmas não mais adotavam esse tipo de punição em suas belonaves, considerada como degradante. O uso de castigos físicos era semelhante aos maus-tratos da escravidão, abolida no país desde 1888.

REVOLTA PELO FIM DA CHIBATADA 

Foi originalmente marcada para dez dias depois da posse do Presidente eleito da República, Hermes da Fonseca, a ocorrer no dia 15 de Novembro de 1910. Entretanto, a punição aplicada ao marinheiro Marcelino Rodrigues Menezes do Encouraçado Minas Geraes, precipitou o início da revolta. Por ter trazido cachaça para bordo e, em seguida, ter ferido com uma navalha o cabo que o delatou, o marinheiro Menezes foi punido, não com as vinte e cinco chibatadas regulamentares, mas sim com duzentos e cinquenta, na presença da tropa formada, ao som de tambores, no dia 21 de Novembro. O exagero dessa punição, considerada desumana, provocou uma indignação da tripulação muito superior à que já vinha sentindo durante a conspiração da revolta. Os comitês revolucionários decidiram que a tomada dos navios se daria na noite do dia 22. A ideia não era matar oficiais, mas rendê-los enquanto estivessem dormindo.
Na baía de Guanabara, na noite de 22 de novembro de 1910, os marinheiros do Minas Gerais amotinaram-se ao constatarem que o comandante Batista das Neves havia retornado mais cedo do jantar oferecido a bordo do navio francês Duguay-Trouin, onde tinha combinado de passar toda a noite. Não queriam mais adiamentos. Quando ele foi para sua câmara dormir, um marinheiro mais afoito atacou o oficial de plantão, Álvaro Alberto, o que fez com que o comandante voltasse de sua câmara para o convés. Batista das Neves foi cercado pelos amotinados e intimado a deixar o navio. O marinheiro Bulhões aconselhou-o a abrigar-se, mas ele terá respondido: "Eu não saio de bordo". Ao ferir um dos marinheiros, Batista das Neves foi atacado pelo restante do grupo, e outro marinheiro, João José do Nascimento, disparou contra ele, atingindo-o fatalmente na cabeça. Na sequência, outros dois oficiais que acordaram e também foram para o convés, e por não quererem se retirar do navio, foram assassinados. Enquanto isso, o 2º tenente Álvaro Alberto da Mota e Silva o primeiro oficial gravemente ferido, com golpe de baioneta, conseguiu alcançar o Encouraçado São Paulo num escaler e notificou os demais oficiais. Mas este navio não estava ainda revoltado. Não havia sido dado o sinal combinado.
Ao final do descontrole dos marinheiros, do motim no encouraçado Minas Geraes que atropelou os passos planejados da tomada pacífica dos navios, com as mortes de 3 oficiais e 4 marinheiros, foi feita uma assembleia no próprio navio para entregar a João Cândido Felisberto o comando geral da esquadra rebelde. Até então, o chefe das reuniões era Vitalino José Ferreira. João Cândido seria somente o comandante do Minas Geraes. Mas os marujos precisavam de um comandante-em-chefe, com bom trânsito entre os marinheiros e os oficiais, que tinha disciplina e poderia encaminhar os passos seguintes da revolta, como planejado.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

OS ÁTOMOS

OS ÁTOMOS 

Apresentam cargas elétricas negativas (é), cargas positivas, os prótons(p) e as cargas nulas os nêutrons(n).
A eletrosfera de uma átomo apresenta 7 camadas (K,L,M,N,O,P,Q)
nº de massa (A): é a soma de prótons + nêutrons.

A= P+N

Nº de nêutrons: é a massa menos o nº atômico

N= A-Z

Nº atômico (Z): é o número de massa menos o n° de nêutrons

Z= A-N                                                            a=56
Z=P=É                                              Z= 26Fe
                                                   n=30
para descobrir o número de nêutrons, deve fazer a subtração da arena menos prótons e elétrons, pois elétrons e prótons sempre serão o mesmo número.

NOTAÇÃO CIENTIFICA

NOTAÇÃO CIENTIFICA 

É dado pela base 10, o expoente da base pode ser positivo ou negativo

EX:
                              7
20000000 => 2.10

                        - 4
0,0005 => 5.10

essa notação pode ser feita com qualquer outro número, basta você separar os três ou dois primeiros números que não sejam 0, transformá-los em números com virgula ex: 223 000 000 = 2,23.10 sobre 6, a virgula sempre vira depois do primeiro número, feito isto é só contar os números que vem depois da virgula e colocá-los sobre o 10 ex:

                                       9
1233243423 =>  1,23.10

Se caso não houver outro número depois do primeiro você não mudará a conta, somente não colocará outro numero. ex:
                           6
2000000 => 2.10



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

MATEMÁTICA - CONJUNTOS NUMÉRICOS

CONJUNTOS NUMÉRICOS 

CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS

O conjunto dos números racionais é representado pela letra Q, eles são compostos de números com virgula que tem fim.

ex: Q={20,5}     {4,5}

CONJUNTO DOS NÚMEROS IRRACIONAIS

O conjunto de números irracionais é representado pela letra I, esse conjunto é composto de números com virgula que não tem fim.

ex:
   I={4,234323432...}      {22,33434345...}

CONJUNTO DE NÚMEROS INTEIROS

É representado pela letra Z, o conjunto de números inteiros é composto por números inteiros negativos e positivos.

ex:

Z={...-3,-2,-1,0,1,2,3...}

CONJUNTO DE NÚMEROS NATURAIS

É representado pela letra N, o conjunto de números naturais é composto por números inteiros e infinitos.
EX:

N={0,1,2,3,4,5,6,7....}

PROBLEMAS UTILIZANDO CONJUNTOS NUMÉRICOS

a) A soma de um número com vinte é igual a setenta e um
b) A soma de um número com cinquenta e um é igual a zero


a)  X+20=71  N= 51     Z=51       Q=         I=            R=51
b) X+50=0     N=          Z=-51           Q=         I=            R=-51

R=NÚMEROS REAIS  

Dependendo do número x, ele poderá entrar em alguns conjuntos
nos problemas acima, não houve números racionais ou irracionais,
os números reais são TODOS OS NÚMEROS QUE EXISTEM NÃO IMPORTA SE É NORMAL, COM OU SEM VIRGULA, NEGATIVO OU POSITIVO, OS NÚMEROS REAIS SÃO TODOS OS NÚMEROS EXISTENTES.




terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

3 CLASSES DE PAÍSES EXISTENTES NO MUNDO GLOBALIZADO

PAÍSES DESENVOLVIDOS 

conceito de país desenvolvido é utilizado para descrever os países que têm alto nível de desenvolvimento econômico e social, tomando como base alguns critérios. Quais critérios devem ser utilizados e quais países podem ser classificados como desenvolvidos são questões controversas e há um debate feroz sobre isso. Critérios econômicos têm vindo a dominar as discussões. Um dos critérios utilizados é a renda per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério econômico é a industrialização. Os países onde os setores terciário equaternário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riquezaeducação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Os países desenvolvidos geralmente são os que apresentam IDH elevado. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
Termos semelhantes aos de países desenvolvidos incluem países avançadospaíses industrializadospaíses mais desenvolvidos (PMD), países mais economicamente desenvolvidos (PMED), país de primeiro mundo e país pós-industrial. O termo país industrializado pode ser um pouco ambíguo, visto que a industrialização é um processo contínuo que é difícil de definir. O termo PMED é utilizado pelos geógrafos modernos para descrever especificamente o estatuto dos países referidos como economicamente mais desenvolvidos. O primeiro país industrializado foi o Reino Unido, seguido pela BélgicaAlemanhaEstados UnidosFrança e outros países da Europa Ocidental. Segundo alguns economistas, como Jeffrey Sachs, no entanto, o fosso existente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento é basicamente um fenômeno do século XX.

PAÍSES SUBDESENVOLVIDO

País subdesenvolvidopaís menos avançado ou país menos desenvolvido (LDCs sigla eminglêsLeast Developed Countries) são países que, de acordo com as Organização das Nações Unidas, apresentam os mais baixos indicadores de desenvolvimento socioeconômico e humano entre todos os países do mundo. Um país é classificado como um país menos desenvolvido se preencher três critérios com base em:
Os países podem sair da classificação de LDC quando excederem esses critérios. O Escritório do Alto Representante das Nações Unidas para os Países Menos Desenvolvidos, Países em Desenvolvimento sem litoral e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento das Nações Unidas coordena e fornece suporte para serviços de advocacia aos Países Menos Desenvolvidos.
A classificação atualmente (a partir de 16 de abril de 2008) aplica-se a 49 países em todo o planeta.
Em 2007, as Nações Unidas retiraram Cabo Verde da categoria de Países Menos Desenvolvidos, sendo a segunda vez que isso aconteceu a um país. . Em 2011 as Maldivas se tornou o terceiro país a graduar-se e passar a categoria de país em desenvolvimento. O primeiro país a sair da classificação de LDC foi Botsuana, em 1994. Segundo os relatórios da UNCTAD em 2011, a Guiné EquatorialSamoaTuvalu e Vanuatu são os próximos postulantes que poderão graduar-se deste modo.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL

A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL                                                                                                                                         
 A Segunda Revolução Industrial, iniciada na segunda metade do século XIX (c. 1850 - 1870), envolveu uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de navios de aço movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de consumo, o enlatamento de comidas, refrigeração mecânica e outras técnicas de preservação e a invenção do telefone eletromagnético.
Esse período marca também o advento da Alemanha e dos Estados Unidos como potências industriais, juntando-se à França e do Reino Unido.
A Segunda Revolução Industrial é vista como apenas uma fase da Revolução Industrial já que, de um ponto de vista sócio-tecnológico, não houve uma clara ruptura entre as duas,na verdade , a 2ª revolução industrial foi um aprimoramento e aperfeiçoamento das tecnologias da Primeira Revolução. Ainda, é argumentável que ela se divide no meio no século XIX, com o crescimento de estradas de ferro, os navios a vapor e invenções cruciais como o processo de Bessemer e o processo de produção de aço de Siemens, com o forno Siemens-Martin, que resultaram no barateamento do aço, transporte rápido e menores custos de produção.

Edison em 1878
Nos Estados Unidos a Segunda Revolução Industrial é comumente associada com a eletrificação de Nikola TeslaThomas Alva Edison e George Westinghouse e com o gerenciamento científico aplicado por Frederick Winslow Taylor.

George Westinghouse
No passado, o termo "Segunda Revolução Industrial" também era usado na imprensa e pelos industrialistas para se referir às mudanças consequentes da dispersão da nova tecnologia após a Segunda Guerra Mundial. O entusiasmo e os debates sobre os perigos e os benefícios da Era Atômica foram mais intensos e duradouros que os sobre a Era Espacial, mas ambos eram compreendidos como propulsores de uma nova Revolução Industrial.
No início do século 5, o termo "Segunda Revolução do Trabalho" também tem sido usado para se referir aos efeitos antecipados de um hipotético sistema de nanotecnologia molecular sobre a sociedade. Nesse cenário mais recente, amanufatura deixaria a maioria dos processos manufatureiros de hoje obsoletos, impactando todas as facetas da economia moderna. Esse artigo se refere exclusivamente a primeira definição.

Invenções

Uma das invenções mais importantes para a comunicação de ideias técnicas foi a prensa móvel movida a vapor, inventada nas décadas anteriores à Revolução. Isso permitiu a invenção da máquina de fazer papel no começo do século XIX. A segunda revolução industrial também viu a introdução da composição tipográfica com a Linotype e a Monotype e o processo de produção através da madeira que enfim libertava as corporações dos limitados suportes de algodão e linho. Essa difusão de conhecimento na Grã-Bretanha, foi o resultado da revogação em meados de 1870 dos impostos sobre o papel, o que encorajou o crescimento do jornalismo técnico e dos periódicos através do barateamento da produção.
Invenções e suas aplicações foram bem mais difundidas nessa Revolução (ou fase da revolução) que antes. Esse período viu o crescimento das máquina operatrizes na África capazes de fazer partes necessárias para o uso em outras máquinas. Também surgiu a linha de produção para a fabricação de produtos de consumo.

Ciclo de Otto
1. Admissão
2. Compressão
3. Combustão & Expansão
4. Expulsão (ou Exaustão)
motor a vapor foi desenvolvido e aplicado na Grã-Bretanha durante o século XVIII e somente exportado com lentidão à Europa e ao resto do mundo no século XIX, ao longo da Revolução Industrial. Em contraste, na Segunda Revolução Industrial, desenvolvimentos práticos do motor de combustão interna apareceram em muitos países industrializados e o intercâmbio de ideias aconteceu de forma bastante rápida.
O desenvolvimento do motor de combustão interna foi um motivador dos automóveis primitivos na França em 1870, mas esses nunca foram produzidos em quantidade. Foi Gottlieb Daimler que realmente fez a façanha de usar petróleo ao invés de gás de carvão (coal gas) como combustível para o automóvel alguns anos depois. E então Henry Ford fez do motor de combustão interna um fenômeno do mercado em massa, utilizando-se da linha de produção.
Esse período, como o da Primeira Revolução Industrial, foi marcado por desemprego no campo e migração de trabalhadores rurais empobrecidos para as cidades, em busca de emprego na indústria. A abundância da oferta de mão-de-obra, que incluiam crianças e mulheres, está intimamente ligada ao rebaixamento dos salários e à degradação das condições de trabalho, mulheres e crianças, com um ao desemprego urbano, bem como aos impactos sociais decorrentes. Também foi notável a expansão do número de trabalhadores de colarinho branco e o crescente envolvimento em sindicatos.